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“Infelizmente a gente vive num país onde a gente precisa trabalhar”: as frases da semana
| Foto: Wikipedia

"Infelizmente a gente trabalha num país onde a gente precisa trabalhar" - Tico Santa Cruz, músico aparentemente não muito fã da labuta. O célebre petista deve ter saudade do que não viveu na União Soviética, onde quem trabalhava duro mesmo eram os dissidentes políticos enviados para os gulags.

"Bolsonaro já é covarde na Austrália" - Sergio Moro, presidenciável, numa tentativa de humor. É admirável o esforço de Moro, nos últimos dias, para sair da mesmice e aumentar o tom do discurso. Agora os eleitores em potencial aguardam ansiosamente as críticas dele ao STF.

"A próxima pandemia vai ser mais mortal do que a Covid"

- Bill Gates, bilionário entediado, não se sabe se em tom de alerta ou ameaça. Afinal, parece que o sonho de todo bilionário progressista é "melhorar a Humanidade" por meio de delírios malthusianos.

"Teremos Senado vermelho" - Janaína Paschoal, deputada, reagindo a uma fala de Bolsonaro, que disse apoiar a ministra Damares Alves ao Senado - cargo que Janaína também cobiça. E é assim que os mundos terminam, não com um estrondo, e sim com um gemido. (Sem graça, mas poético).

"Por que o BBB22 só tem um participante gordo?" - Jéssica Balbino, militante, em artigo para o jornal Estado de Minas. Essa é fácil, Jéssica: para que a concentração de gordos num só lugar não altere o eixo de rotação da Terra.

"Eu creio que não vai ser uma eleição difícil para o povo brasileiro" - Jair Bolsonaro, presidente. O mesmo presidente que, segundo uma revista, espantou-se com os números de uma pesquisa recente e disse:

"Então você quer dizer que eu vou perder?"

- Jair Bolsonaro, presidente. Vide a frase anterior.

"Mexerá com brios conservadores" - Natália Lage, atriz, sobre sua personagem na próxima novela. Aparentemente a personagem viverá um relacionamento homossexual. Revolucionário, né? Oscar Wilde deve se revirar na tumba numa hora dessas.

"Faria Lima e Bolsa de Valores têm de aprender que há outros setores" - Lula, ex-presidiário, sobre seus planos para a economia de uma futura (toc toc toc) República Popular Bolivariana do Brasil - como a proposta por José Dirceu (veja a última frase lá embaixo).

É no silêncio do voo das borboletas que o silêncio convence o movimento e a suavidade a fazerem as pazes

- Ayres Brito, ex-ministro do STF. Uma frase tão vazia e cafona só comparável à obra do ex-colega de STF Eros Grau.

“Ninguém se importa com o que está acontecendo com os uigures" - Chamath Palihapitiya, bilionário dono de um time da NBA, num momento inédito de coragem, contrastando com o principal astro da Liga, Lebron James, que enche a boca para denunciar o racismo nos EUA e se cala sobre seus tênis feitos por uigures escravizados na China.

"Aos 100 anos, Brizola estaria contra Bolsonaro e ao lado da ciência, avaliam aliados" - título de reportagem da Folha de S. Paulo. Realidade: Brizola se aliou a Collor quando o "caçador de marajás" já estava com o prestígio aos rés do chão, em 1992.

"Por que não tem o caixa 13 na Havan? A resposta é simples: é para o pessoal não ficar preso na fila" - Luciano Hang, empresário. Essa até que foi boa, vai?! Mas fica a pergunta com algum espanto: realmente não existe caixa 13 nas lojas?

"O projeto político nosso é disputar eleições e ganhar (...) e criar as bases para o nosso projeto socialista" - José Dirceu, ex-ministro condenado no Mensalão e que vive livre, leve e solto esclarecendo aqueles que ainda acham que a venezuelização do Brasil é uma teoria da conspiração ou um delírio da direita.

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