Parada LGBT no desenho animado “As Pistas de Blue”.| Foto: Reprodução/ Twitter
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Hoje em dia, muitos pais não pensam duas vezes antes de deixarem os filhos assistindo ao Disney Channel ou Cartoon Network. E esse, alertam os conservadores, é justamente o problema. Assim como muitos pais e mães, os conservadores esperam que esses canais exibam as mesmas historinhas inocentes a que eles assistiam nas décadas de 1970 e 1980. Mas o que os filhos deles assistem hoje é bem diferente.

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Diga adeus às tramas simples de “As Pistas de Blue” e “Scooby-Doo” — e receba as lições do século XXI sobre transgenderismo, sexo, homossexualismo, não-binariedade e drag queens.

Essa é a nova realidade da radicalização em alguns dos programas infantis preferidos dos Estados Unidos — é o que os pais estão descobrindo em junho, mês do Orgulho LGBT. Animais adoráveis como Arthur ou os Ursinhos Carinhosos foram sequestrados pela extrema-esquerda e agora dão lições que deixariam a maioria dos adultos boquiabertos.

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No exemplo mais recente da animação “As Pistas de Blue”, a drag queen Nina West canta uma canção da Parada LGBT usando a melodia de “The Ants Go Marching” —só que a letra foi alterada com “gírias LGBTQ como ‘ace’ — que significa ‘assexual’ — além de ‘queer’, ‘bi’ e ‘pan’”, alerta o site TheBlaze.

Blue e seus amigos observam suas mães flutuando, enquanto um arco-íris e bandeiras trans pontuam o cenário colorido.

Esse é só o começo do ataque da Nickelodeon à moralidade dominante. Bob Esponja já foi incluído no mundo LGBTQ. De acordo com o site TMZ, “não vai demorar muito para incluírem Blue também”. O objetivo, diz o site, é “ensinar às crianças as diferentes estruturas familiares de um jeito divertido e interessante”. O problema é que essas redes não são as únicas.

O site Breitbart listou 13 programas que estão explicitamente doutrinando as crianças, incluindo alguns famosos, como o “Hora de Aventura” (Cartoon Network), “DuckTales” (Disney), “Meu Pequeno Pônei” (Discovery Family), “Arthur” (PBS), “The Loud House” (Nickelodeon), “Clarence” (Cartoon Network), “She-Ra” (Dreamworks), “Andi Mack” (Disney), “Steven Universe” (Cartoon Network), “Star vs. the Forces of Evil” (Disney XD) e “Gravity Falls” (Disney).

Ainda assim, e apesar de os ativistas terem tomado conta da programação infantil, os extremistas da causa LGBT ainda insistem em dizer que “há muito a ser feito”.

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“Ao menos hoje em dia há muitas representações LGBTQ nas animações infantis, o que confere à nova geração de crianças queer a visibilidade e representatividade de que elas precisam”, orgulha-se o website do Mês do Orgulho LGBT.

Assim como em tantos outros programas da Netflix e PBS, os produtores parecem determinados a transformarem histórias familiares em armas de doutrinação. E eles fazem isso disfarçadamente na programação infantil. No caso de programas famosos da Disney e do conhecido “Meu Pequeno Pônei”, franquias adoradas estão sendo distorcidas para promover a pauta LGBT radical do século XXI.

E o que os pais podem fazer? Primeiro, não suponha que qualquer forma de entretenimento secular está a salvo dessa narrativa. Assista a esses programas com seus filhos, se puder. Recorra a organizações como a Parents Television Council, MovieGuide ou One Million Moms em busca de informações.

Mas o maior conselho que lhe dou é este: esteja atento. Se você está preocupado com as mensagens que Hollywood transmite para seus filhos, não suponha que, só porque seu filho está vendo algo no Disney Channel, ABC Family ou PBS, o programa é inocente ou apropriado às famílias. Sobretudo no mês de junho.

Tony Perkins é presidente do Family Research Council.

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©2021 Daily Signal. Publicado com permissão. Original em inglês 
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