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Ação na Argélia termina com reféns e terroristas mortos

Fontes oficiais citadas pela agência estatal argelina "APS", indicaram que pelo menos sete reféns e 11 terroristas morreram hoje no ataque final do Exército argelino ao campo de gás, situado junto à fronteira com a Líbia

Um soldado vigia o campo de gás em In Amenas, no deserto da Argélia, onde as vítimas foram sequestradas | REUTERS / Louafi Larbi
Um soldado vigia o campo de gás em In Amenas, no deserto da Argélia, onde as vítimas foram sequestradas (Foto: REUTERS / Louafi Larbi)

O ministro da Defesa do Reino Unido, Phil Hammond, confirmou neste sábado (19) que terminou o sequestro no campo de gás de In Amenas no sudeste da Argélia, em uma operação que terminou com um número de mortos ainda não informado.

"Os terroristas são os únicos que têm responsabilidade" nas mortes, afirmou Hammond em entrevista coletiva ao lado do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta.

Fontes oficiais citadas pela agência estatal argelina "APS", indicaram que pelo menos sete reféns e 11 terroristas morreram hoje no ataque final do Exército argelino ao campo de gás, situado junto à fronteira com a Líbia e propriedade da empresa estatal argelina Sonatrach, que o explorava conjuntamente com a britânica BP e a norueguesa Statoil.

"Estamos falando com o Governo argelino para saber exatamente a situação atual e o número de pessoas que morreram e que foram resgatadas", declarou Hammond.

O ministro da Defesa do Reino Unido declarou que o Governo de Londres está em contato com as autoridades argelinas, às quais expressou seu apoio em seu objetivo de acabar com o terrorismo.

Hammond comentou ainda que é "terrível" e "inaceitável" a perda de vidas causada pelo ataque contra o campo de gás, que começou na quarta-feira passada e foi assumido por um grupo salafista ligado à Al Qaeda no Magrebe Islâmico.

"Seguimos decididos a derrotar o terrorismo e apoiamos o Governo argelino", ressaltou Hammond.

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