Teerã: Foto fornecida pela Organização de Aviação Civil mostra reunião de especialistas iranianos e ucranianos em Teerã para investigar as circunstâncias do acidente do Boeing 737 ucraniano| Foto: AFP

Em comunicado divulgado nesta quinta-feira, 9, a Organização de Aviação Civil do Irã informou que autoridades do Canadá e da Suécia foram convidadas a participar da investigação sobre queda do avião que vitimou 176 pessoas no Irã.

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A primeira reunião entre especialistas iranianos e ucranianos já ocorreu, segundo a organização.

O anúncio acontece depois de o chefe da Organização de Aviação Civil do Irã, Ali Abedzadeh, ter declarado que não entregaria as caixas-pretas encontradas a americanos nem à Boeing, fabricante da aeronave.

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De acordo com as regras internacionais, quando um acidente aéreo acontece, a investigação deve ser conduzida pelo país onde ele ocorreu. No caso do acidente em Teerã, a responsabilidade ficaria com o Irã, mas com a participação da Ucrânia (operadora do voo) e dos EUA (país onde a aeronave foi construída). Também podem ser convidados a participar representantes dos países que tenham cidadãos entre as vítimas.

A maioria das vítimas do acidente era de iranianos e canadenses. Entre passageiros e tripulação, morreram 82 iranianos, 63 canadenses, 11 ucranianos, 10 suecos, quatro afegãos, três britânicos e três alemães.

Um relatório inicial divulgado pela organização nesta quinta-feira, 9, aponta que o avião que estava pegando fogo antes de cair.