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O câmpus da Universidade Utah Valley, onde Charlie Kirk foi assassinado a tiros, sediará uma homenagem ao ativista conservador no primeiro aniversário de sua morte, ocorrida em 10 de setembro de 2025. Segundo informações da agência EFE, a organização Turning Point USA, fundada por Kirk, anunciou na sexta-feira a realização do evento Freedom Built to Last (“Liberdade construída para durar”). Antes disso, ainda haverá uma semana inteira de homenagens a Kirk, destinada a recordar seu papel como “homem de fé, marido, pai e defensor da liberdade de expressão”.
Kirk foi alvejado com um tiro no pescoço enquanto participava de um debate aberto na Universidade Utah Valley. O atirador, Tyler James Robinson, foi capturado no dia seguinte. Os promotores que ofereceram a denúncia contra Robinson afirmaram que pediriam a pena de morte, mencionando a motivação política do assassinato; segundo a EFE, os advogados de Robinson contestam o pedido, afirmando que a promotoria não apresentou provas a esse respeito. No início de setembro, deve terminar a fase de apresentação de argumentos da acusação e da defesa, e só então um juiz decidirá se Robinson será julgado – até o momento, o atirador não se declarou nem culpado, nem inocente.
O crime foi condenado por políticos dos dois lados do espectro político, que manifestaram solidariedade, mas também houve quem, à esquerda, tivesse ironizado ou até comemorado a morte do ativista conservador – no Brasil, os casos mais famosos foram os do historiador Eduardo Bueno, do ator José de Abreu, do militante Jones Manoel e da neurocientista Suzana Herculano-Houzel.




