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Crise

“China é vulnerável”, afirma dalai-lama

Líder espiritual do Tibete afirma que países democráticos, como a Índia, tendem a ter maior facilidade para lidar com revezes econômicos

  • PorReuters
  • 07/12/2008 21:03
Dala-lama diz que o desequilíbrio social na China é “indefensável” | Janek Skarzynsk / AFP Photo
Dala-lama diz que o desequilíbrio social na China é “indefensável”| Foto: Janek Skarzynsk / AFP Photo

Cracóvia - O líder espiritual do Tibete, o dalai-lama, afirmou ontem acreditar que a China terá mais dificuldade em lidar com a crise econômica do que os países democráticos. "A crise econômica global é séria e também gera impacto na China e Índia. Creio que para a Índia, para países onde há democracia, algumas vezes é mais fácil lidar com esses problemas."

O monge de 73 anos, vencedor do Prêmio Nobel da Paz, vive no exílio ao norte da Índia e descreveu o grande abismo entre as ricas regiões costeiras da China e seu empobrecido interior como "indefensável". O dalai-lama afirmou, ainda, que Pequim precisa adotar a democracia durante seu desenvolvimento. "Sem dúvida, a República Popular da China é um país muito importante... sua economia está ganhando força e isso merece respeito. Mas seu sistema totalitário está ultrapassado neste planeta."

Citando a democratização de antigos países comunistas como Polônia, o líder budista afirmou que "o mundo livre é a maioria".

Lech Walesa

O dalai-lama iniciou sua viagem de oito dias pela Polônia no sábado em Gdansk, onde participou de comemorações pelo 25º aniversário da conquista do Nobel da Paz pelo ícone polonês pró-democracia Lech Walesa.

Para desconforto da China, o dalai-lama teve conversas em Gdansk com o presidente da França Nicolas Sarkozy, que exerce a presidência rotativa da União Européia. O monge ignorou os protestos de Pequim contra o encontro. Nacionalistas chineses pediram um boicote aos produtos franceses em retaliação à reunião com Sarkozy.

O dalai-lama afirmou apreciar o gesto do presidente da França. "Sarkozy está mostrando uma preocupação genuína sobre o Tibete. Eu valorizo isso, apesar das dificuldades e inconvenientes ele se mantém firme sobre o princípio", acrescentou.

O líder budista disse que o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, também demonstrou interesse nas dificuldades do Tibete, telefonando a ele durante a campanha presidencial. "Estou bem certo de que depois que assumir a Presidência, ele continuará com políticas de apoio ao Tibete", disse.

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