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Regime amplia controle sobre setor

China veta compra de plataforma de IA por big tech dos EUA antes de cúpula Trump-Xi

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o ditador da China, Xi Jinping, em encontro na Coreia do Sul em outubro do ano passado: líderes têm novo encontro previsto para maio (Foto: Yonhap/EFE)

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A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR, na sigla original), principal regulador estatal de planejamento econômico do país asiático, decidiu nesta segunda-feira (27) vetar a compra da plataforma chinesa de inteligência artificial (IA) Manus pela gigante tecnológica americana Meta. O acordo era avaliado em US$ 2 bilhões.

Em um breve comunicado, o órgão do regime chinês afirmou que as autoridades proibiram investimentos estrangeiros na startup e exigiu das partes envolvidas o cancelamento imediato da operação. Sem entrar em detalhes, o regulador chinês se limitou a indicar que a decisão foi tomada "de acordo com as leis e regulamentos" do país.

A medida surge poucas semanas antes de uma cúpula de alto nível marcada para acontecer em Pequim entre o presidente americano, Donald Trump, e o ditador chinês, Xi Jinping, que vivem uma relação de tensão desde a guerra comercial travada entre os países no ano passado.

As investigações chinesas contra a Manus ocorreram por conta da mudança da empresa para Singapura e a posterior venda da plataforma ao grupo tecnológico americano, proprietário do Facebook, Instagram e WhatsApp, todos proibidos em território chinês.

Após a explosão da DeepSeek, a plataforma Manus foi um dos maiores sucessos chineses do setor, depois que a startup apresentou uma versão preliminar - acessível apenas por convite - de seu assistente, apresentado como um agente de IA de uso geral, capaz de realizar tarefas com menos comandos que outros chatbots.

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