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57.ª morte

Cineasta sírio-americano não resiste a ferimentos

Amã (AFP) — O cineasta sírio-americano Mustafá Akkad, de 68 anos, ferido nos atentados suicidas ao Hotel Hyatt de Amã, morreu ontem, anunciaram fontes próximas, lembrando que a filha dele também perdeu a vida no ato terrorista da última quarta-feira. Mustafá Akkad, um dos diretores árabes mais conhecidos do mundo, estava na Jordânia para assistir a um casamento que se realizou ontem em Aqba. Akkad, que saiu muito ferido dos atentados, ainda viu a filha Rima, de 33 anos, morrer quando a bomba ligada ao corpo do suicida explodiu no vestíbulo do Hyatt. O cineasta tinha sofrido um grave ferimento no pescoço, perdendo muito sangue na explosão e não resistiu. Mais dois suicidas detonaram explosivos em outros hotéis da capital jordaniana. Akkad, que tinha dupla nacinalidade, síria e norte-americana, era conhecido pelos filmes Maomé, O Mensageiro de Alá, com Anthony Quinn e Irene Papas, "Omar al-Mokhtar, O Leão do Deserto" e "Halloween". O cineasta também era produtor. A morte de Akkad elevou para 57 o número de pessoas mortas no triplo atentado e para dois o total de norte-americanos que perderam a vida na ação terrorista.

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