i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Desastre

Doenças e fome se alastram no Paquistão após enchentes

  • PorReuters
  • 29/08/2010 19:12

Um mês depois que chuvas de monções torrenciais causaram o pior desastre natural da história do Paquistão, a enchente começa a recuar. Contudo, as águas estão deixando os sobreviventes sob o risco e morte por causa de doenças e fome.

O desastre já matou ao menos 1.643 pessoas e deixou mais de seis milhões de desabrigados, causando bilhões de dólares de danos à infra-estrutura e à agricultura do país.

Apesar de as águas terem baixado, as autoridades ainda lutavam para salvar a cidade de Thatta, no delta do Rio Indo, 70 quilômetros a leste de Karachi, na província de Sindh no sul do país.

"Thatta será inundada se essa água não vazar para o mar. A situação é crítica", disse Riaz Ahmed Soomro, a autoridade responsável pelo resgate em Thatta.

Soomro disse que 95 por cento dos 300 mil residentes do delta do Rio Indo já haviam deixado o local. "Somente alguns homens das famílias que vivem aqui ficaram para proteger a propriedade deles."

As enchentes começaram no fim de julho com chuvas de monções torrenciais no alto da bacia do Rio Indo no noroeste do Paquistão.

Autoridades meteorológicas disseram que o nível das águas está diminuindo e que eles não esperam mais chuvas nos próximos dias. "Mas vai levar de 10 a 12 dias para os rios em Sindh voltarem ao normal", disse Qamar uz-Zaman Chaudhry, principal autoridade meteorológica do governo.

O número de mortos deve aumentar significativamente à medida que os corpos de muitas das pessoas desaparecidas são encontrados.

A Organização das Nações Unidas (ONU) disse que está preocupada com a fome e as doenças, especialmente entre as crianças, numa região onde a desnutrição já era um problema antes das enchentes.

Autoridades da ONU estimam que umas 72 mil crianças já afetadas por desnutrição severa na região das enchentes correm perigo de vida.

As enchentes danificaram ao menos 3,2 milhões de hectares de terras agrícolas, aproximadamente 14 por cento da terra cultivada do Paquistão, segundo a ONU.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.