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Diplomacia

EUA pretendem fazer nova rodada de diálogo com Cuba em "duas semanas"

  • PorEfe
  • 23/01/2015 17:30
A diplomata Roberta Jacobson:a representante americana de maior categoria em décadas a visitar Cuba | ENRIQUE DE LA OSA / Reuters
A diplomata Roberta Jacobson:a representante americana de maior categoria em décadas a visitar Cuba| Foto: ENRIQUE DE LA OSA / Reuters

A secretária-adjunta para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado dos EUA, Roberta Jacobson, afirmou nesta sexta-feira que acredita ser possível fazer em "duas semanas" uma nova rodada de conversas, em Washington, para regularizar os laços diplomáticos com Cuba.

"Não fixamos uma data ainda, mas esperamos que possa acontecer nas duas próximas semanas. Há o desejo nesta Administração de realizar esta conversa o mais rápido possível", disse em entrevista à emissora "CNN", em Havana, onde compareceu à primeira rodada do diálogo.

Jacobson disse que sua delegação já "convidou" os diplomatas cubanos de maneira informal a Washington, mas ainda é necessário "fixar uma data".

A diplomata é a representante americana de maior categoria em décadas a visitar Cuba e liderou a delegação no diálogo iniciado na quinta-feira entre os dois países para restabelecer relações diplomáticas, após o degelo anunciado por ambos os governos em 17 de dezembro de 2014.

Desafios

Pela frente restam assuntos "complicados" de serem resolvidos, como a reabertura das embaixadas e a liberdade de movimento dos diplomatas americanos em Cuba, declarou Jacobson à "CNN".

A representante americana se reuniu nesta sexta-feira com membros da dissidência cubana e admitiu que "alguns deles não acham necessariamente" que a decisão dos EUA de normalizar as relações com Cuba "seja a adequada".

"Mas não há nada como escutar diretamente deles, pessoalmente, quais são os desafios, para ver como poderemos trabalhar no futuro", indicou Jacobson.

Entre os presentes na reunião com Jacobson estiveram os opositores José Daniel Ferrer, Elizardo Sánchez, Héctor Maseda, Guillermo Fariñas, Marta Beatriz Roque e Antonio González-Rodiles, segundo relatou, em Havana, a ativista Miriam Leiva, uma das fundadoras do grupo Damas de Branco.

Uma das ausentes foi a líder das Damas de Branco, Berta Soler, que decidiu não participar do encontro por estar em desacordo com a falta de "diversidade" de opiniões na lista de convidados.

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