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Pressão econômica

Governo Trump volta a mirar elite cubana com sanções. Neto de Raúl Castro está na lista 

Secretário de Estado americano, Marco Rubio, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, tem impulsionado campanha contra regimes autoritários (Foto: GRAEME SLOAN/EFE/EPA)

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O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, impôs sanções financeiras nesta quinta-feira (3) contra Fidel Ernesto Castro Calis, neto do ex-ditador cubano Raúl Castro, e o Banco Exterior de Cuba, uma instituição financeira estatal.

"Essas sanções refletem a visão inabalável do presidente Trump para uma Cuba livre", disse o secretário de Estado Marco Rubio em um comunicado.

Fidel Ernesto Castro é um dos filhos de Alejandro Castro Espín, filho de Raúl Castro e ex-chefe da inteligência cubana, que também é alvo de sanções por Washington.

O governo Trump também sancionou o Banco Exterior de Cuba, especializado em comércio exterior e transações internacionais, bem como diversas empresas de energia que acusa de explorar o setor em benefício do regime cubano.

Nos últimos meses, os EUA impuseram sanções a vários funcionários da ditadura, incluindo o ditador Miguel Díaz-Canel e membros da família Castro.

As sanções proíbem transações financeiras com os indivíduos e entidades sancionados, e seus bens sob jurisdição dos EUA estão congelados.

As sanções fazem parte da estratégia de pressão que o governo Trump exerce sobre Cuba para forçar mudanças econômicas e políticas na ilha.

Desde a captura, em janeiro passado, do ditador venezuelano Nicolás Maduro em uma operação militar dos EUA em Caracas, Trump impôs um embargo de petróleo a Cuba, o que ampliou a crise econômica do país.

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