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eleições

Governos da França e Espanha são os grandes derrotados em eleições locais, neste domingo

O PP do governo Rajoy perde parlamentárias em Andaluzia. Na França, partido socialista fica em terceiro. Legenda de Sarkozy é a vencedora seguida da extrema-direita

    • Agência O Globo
    • 22/03/2015 20:25

    Os partidos governistas da Espanha e da França foram os grandes perdedores em eleições locais, neste domingo. O Partido Socialista espanhol (PSOE) conseguiu eleger 47 deputados e é o vencedor nas eleições parlamentárias na comunidade autônoma de Andaluzia, apesar de não ter conseguido a maioria para governar e terá que formar coalizões. Já o partido Popular (PP) do governo de Mariano Rajoy sofreu uma dura derrota, conseguindo apenas 33 cadeiras, ou seja, 17 a menos que em 2012.

    Na França, o grande vencedor neste domingo é o partido de direita UMP, do ex-presidente Nicolas Sarkozy, que levou 98 departamentos, já no primeiro turno. O partido socialista do presidente do François Hollande ficou com 25 e o de extrema-direita, o Frente Nacional (FN), com 3. Porém, como previsto nas pesquisas de intenções de votos, o partido governista chegou em terceiro lugar com 21%, contra 26% do FN (seu melhor resultados de todas as eleições) e a UMP com 36,5%.

    — Uma virada a favor da direita e do centro estão reunidas — disse Sarkozy assim que foram divulgados os primeiros resultados. Presidente da UMP, Sarko, como é chamado pelos franceses, pediu uma grande mobilização para o segundo turno, no dia 29 de março.

    O premier francês, Manuel Valls, primeiro se “felicitou” de ver que o “FN não é a primeira força política na França”.

    — Nada está definido — disse Valls.

    Na Espanha, a surpresa ficou com o partido Podemos, que vem se consolidando como uma terceira opção no país, elegendo 15 deputados. E superando todas as expectativas, o Ciudadanos, levou nove cadeiras. Um sucesso, tendo em vista que há dois meses nem aparecia em nenhuma pesquisa de intenção de votos. Com isso conseguiu ser a quarta força política do parlamento andaluz que agora está fragmentado, contando com cinco partidos.

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