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O Japão precisa de mais tempo para decidir se retomará as atividades de dois reatores nucleares desligados, afirmou nesta terça-feira o ministro do Comércio, no momento em que a preocupação sobre a falta de energia durante o verão confronta o medo quanto à segurança depois da crise em Fukushima.

O primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, irá se reunir com três membros do gabinete nesta terça-feira para discutir a reativação dos reatores, mas não tomará uma decisão de imediato, disse o ministro do Comércio, Yuki Edano, que também é responsável pela pasta de energia.

"Deve ser garantida a segurança para evitar vazamentos em massa de materiais radioativos como aconteceu na crise de Fukushima, inclusive se acontecer um terremoto e um tsunami que superem as previsões anteriores", declarou Edano à imprensa.

Cinquenta e três dos 54 reatores do Japão foram desligados, a maior parte para manutenção, desde o desastre na usina de Fukushima, operada pela Tokyo Electric Power, após um enorme tsunami em 11 de março de 2011. O reator restante será desligado para manutenção em 5 de maio.

Os reatores 3 e 4 da usina nuclear Ohi, da Kan Electric Power, em Fukui, no oeste do Japão, são os primeiros que superaram os testes de resistência simulados por computador pelo governo, um passo necessário antes da reativação.

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