i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Processo

Moção de Strauss-Kahn para anular ação legal é rejeitada

Ex-diretor-gerente do FMI é acusado de abusar sexualmente de uma camareira de hotel. Processo seguirá

  • PorReuters
  • 01/05/2012 09:42

Um juiz de Nova York rejeitou nesta terça-feira (1º) uma moção de Dominique Strauss-Kahn, ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), para anular uma ação legal da camareira de hotel que o acusou de abuso sexual, permitindo que o processo siga adiante.

Douglas McKeon, juiz da Suprema Corte do Bronx, rejeitou o argumento de Strauss-Kahn de que ele usufruía de imunidade diplomática na ocasião do encontro, em 14 de maio de 2011, com Nafissatou Diallo, camareira do Hotel Sofitel, no centro de Manhattan. Diallo o acusou de forçá-la a fazer sexo oral, enquanto Strauss-Kahn sustenta que o incidente foi consensual.

Chamando de "desesperada" a tentativa de garantir imunidade do processo, McKeon determinou que a demissão voluntária de Strauss-Kahn de seu posto dias após sua prisão encerrou qualquer imunidade que ele pudesse ter desfrutado.

O escândalo, que rendeu manchetes em todo o mundo, arruinou a expectativa de Strauss-Kahn de concorrer à presidência da França este ano.

Os promotores de Nova York descartaram a acusação criminal contra ele em agosto, dizendo não estarem mais convencidos da credibilidade de Diallo depois de ela mudar várias vezes seu relato do que fez nos momentos seguintes ao incidente.

Em sua decisão, McKeon concordou com os advogados de Diallo que a incapacidade de Strauss-Kahn corroborar sua imunidade na ocasião do indiciamento criminal minou sua reivindicação.

"Se o senhor Strauss-Kahn tivesse direito a imunidade absoluta, como sustenta, houve ampla oportunidade de corroborá-la antes", escreveu McKeon. "O senhor Strauss-Kahn não pode se abster da imunidade em um esforço de limpar seu nome somente para em seguida reclamá-la para negar a oportunidade da senhorita Diallo limpar o seu".

Douglas Wigdor, um dos advogados de Diallo, disse em um comunicado que eles estão "extremamente satisfeitos" com a deliberação.

"Temos dito todo o tempo que o pedido desesperado de imunidade de Strauss Kahn era uma tática para atrasar os procedimentos, e agora esperamos pode responsabilizá-lo pelo brutal abuso sexual que ele cometeu", declarou.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.