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Um capitão da Guarda Nacional Bolivariana (GNB, polícia militar) morreu nesta segunda-feira (17) baleado na cidade de Maracay, cerca de 100 quilômetros a oeste de Caracas, durante os protestos pró e contra o governo, informaram as autoridades.

"Nesta madrugada falece em Aragua o capitão de nossa GNB José Guillén (por um) tiro na cabeça. Outra vítima da violência terrorista", postou no Twitter o general Vladimir Padrinho, chefe do Comando Estratégico Operacional (CEO) da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB).

Com essa morte, já são 29 as vítimas que perderam a vida em atos vinculados aos protestos a favor e contra o governo do presidente Nicolás Maduro, iniciadas em 12 de fevereiro.

A Venezuela vive desde então uma onda de protestos diários contra as políticas de Maduro que em alguns casos geraram atos de violência que deixaram mortos e feridos entre ativistas de ambos os lados, alguns passantes e policiais.

Na semana passada morreu nas mesmas circunstâncias de violência associada aos protestos o capitão da GNB Ramzor Ernesto Bracho.

O governador do estado Aragua, Tareck El Aissami, escreveu hoje além disso no Twitter que, assim como Bracho, o capitão Guillén "foi extraordinário soldado, trabalhador, incansável, um revolucionário autêntico e amante da paz" e responsabilizou "grupos fascistas" por sua morte.

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