Gu Kailai, mulher do dirigente comunista chinês expurgado Bo Xilai, disse hoje na tevê que sua condenação à morte por assassinar um empresário foi "justa": "O veredicto é justo e reflete o respeito da corte em relação à lei, à realidade e, em particular, pela vida", disse.
Ela foi sentenciada pelo assassinato do britânico Neil Heywood, mas a aplicação da pena foi suspensa.
Foi o maior julgamento no país em 30 anos, em um momento especialmente delicado: dentro de alguns meses, a liderança política do país será trocada. Bo era favorito para uma vaga na cúpula do partido até o escândalo vir à tona. A China é o país que mais pratica a pena de morte no mundo.



