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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, elogiou nesta segunda-feira a decisão dos EUA de parar de pressionar seu país a não ampliar os assentamentos judaicos em territórios ocupados.

"Saúdo esta decisão norte-americana. É boa para Israel. É boa para a paz", disse Netanyahu, que resistiu durante meses à pressão dos EUA e dos palestinos para renovar uma moratória nas obras dos assentamentos.

O fim da moratória, que durou dez meses e expirou em setembro, levou os palestinos a abandonarem as negociações diretas de paz com Israel. Diante disso, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, anunciou na sexta-feira a retomada das negociações indiretas sob mediação de Washington.

O enviado especial dos EUA para o Oriente Médio, George Mitchell, deve voltar à região na segunda-feira para discussões com Netanyahu e com o presidente palestino, Mahmoud Abbas.

As autoridades palestinas temem que Israel tente solapar também o processo indireto, evitando discussões sobre a definição de futuras fronteiras.

"Para alcançarmos a paz, precisamos discutir as questões que estão realmente retardando a paz ... Saúdo o fato de que agora começaremos a discutir essas questões para tentar reduzir as lacunas", disse Netanyahu.

Em discurso a um fórum econômico, o primeiro-ministro citou temas como sua exigência para que os palestinos reconheçam Israel como um Estado judeu, os acordos para a segurança regional e o futuro dos refugiados palestinos.

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