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Pelo menos 53 pessoas foram mortas nesta quinta-feira (16) em cerca de 15 atentados no Iraque, indicaram fontes médicas e de segurança, a alguns dias do fim do período de jejum do Ramadã, geralmente marcado por um aumento dos episódios de violência. Extremistas consideram que este mês sagrado dos muçulmanos é propício para realizar a "guerra santa".

Os ataques mais violentos foram registrados dentro e nas imediações de Bagdá, onde seis pessoas foram mortas e 26 ficaram feridas em um atentado a bomba no bairro de Husseiniyeh. Pelo menos 250 pessoas ficaram feridas nesses ataques também praticados nas cidades Ataques também atingiram Tal Afar, Kirkuk, Daquq, Dibis, Kut, Al-Garma, Al-Baaj, Badush, Tuz Khurmatu, Mosul, Taji, Khales e Baaquba.

A violência desta quinta foi a mais mortífera desde 23 de julho, quando 113 pessoas foram mortas no dia mais sangrento em todo o país em dois anos e meio. Com os ataques desta quinta, o número de pessoas mortas de forma violenta neste mês chegou a 198, de acordo com uma contagem da AFP baseada em fontes de segurança e saúde.

Mesmo que a violência tenha caído depois de ter chegado ao auge em 2006 e em 2007, ataques ainda são frequentes em todo o Iraque. Houve ataques em 27 dos 31 dias de julho, e foi registrado pelo menos um tiroteio ou atentado a bomba em cada dia deste mês. Dados oficiais situam o número de pessoas mortas em ataques no mês de julho em 325, o maior registro mensal de mortes desde agosto de 2010.

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