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0,9% foi a retração do Produto Interno Bruto (PIB) do Japão no período de julho a setembro.

O novo primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, anunciou ontem os principais integrantes de seu gabinete com o compromisso de combater a recessão e lidar com o desafio de uma China em ascensão.

Mesmo com o país endividado, Abe prometeu afrouxamento monetário agressivo e aumento de gastos para reanimar a economia, além de enfraquecer o iene para tornar as exportações japonesas mais competitivas.

É a segunda vez que Abe governa o Japão. Em 2007 ele renunciou ao cargo de primeiro-ministro abruptamente após escândalos e uma derrota eleitoral.

"Eu quero aprender com a experiência do meu governo anterior, incluindo os contratempos, e buscar um governo estável", disse Abe antes de ser escolhido primeiro-ministro.

Um dos nomes de destaque do novo gabinete é o ex-primeiro-ministro Taro Aso, que foi nomeado para a pasta de Finanças. Com 72 anos, ele terá um papel decisivo na elaboração de um pacote econômico de cerca de 10 trilhões de ienes, já no mês que vem.

Durante sua administração, entre 2008 e 2009, Aso implementou um plano de incentivo de 14 trilhões de ienes, o maior da história do Japão. O ministro deve manter a política de intervir nos mercados de câmbio, quando julgar necessário.

Para o cargo de ministro de Economia, Abe escolheu Akira Amari, de 63 anos. Ele será responsável por elaborar a política econômica do novo governo, formulando estratégias de crescimento para a economia como um todo e também para setores específicos. Amari, que já havia atuado como ministro do Comércio, é defensor da energia nuclear.

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