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Saúde pública

Relatório sobre HIV na África recomenda foco na prevenção

Há atualmente 22,5 milhões de soropositivos na África, e o número deve superar os 30 milhões nos próximos dez anos

  • PorReuters
  • 29/11/2010 18:34

Será praticamente impossível tratar todos os africanos contaminados com o vírus HIV, e por isso o foco das autoridades de saúde pública deveria ser na prevenção de novos casos, disseram especialistas em um relatório divulgado na segunda-feira.

Há atualmente 22,5 milhões de soropositivos na África, e o número deve superar os 30 milhões nos próximos dez anos - o que está bem além do total de pacientes que podem ser tratados com os atuais recursos, segundo o relatório encomendado pelo Instituto de Medicina dos EUA a uma comissão internacional de especialistas.

Pelo menos 12 milhões de soropositivos irão precisar de tratamento, mas só 7 milhões devem consegui-lo, disse o texto. "Como o tratamento só irá atingir uma fração dos necessitados (...), a prevenção de novos casos deveria ser o pilar central de qualquer resposta de longo prazo ao HIV/Aids na África", afirmou Thomas Quinn, da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore, e do Instituto Nacional de Saúde.

Os especialistas previram que 70 milhões de africanos serão contaminados pelo HIV até 2050 se nada mudar.

"Em Uganda e em algumas outras nações, não temos suficientes agentes de saúde nem (medicamentos) para atender à demanda, e os centros de saúde estão cada vez mais recusando pacientes que precisam dessas drogas para sobreviver", disse em nota David Serwadda, da Universidade Makerere, de Uganda.

"Se não agirmos para prevenir novas infecções, vamos testemunhar um aumento exponencial nas mortes e nas crianças órfãs na África Subsaariana em apenas um par de décadas", acrescentou Serwadda, copresidente da comissão.

A Aids é uma doença incurável, mas um coquetel de medicamentos pode controlar a doença.

"Ainda há pelo menos 18 milhões de pessoas que vão precisar de tratamento e que atualmente não precisam. Mesmo que a incidência (de novos casos) fosse zero, ainda assim teríamos um enorme ônus de atendimento para fornecer nas próximas décadas", afirmou Patrick Kelley, diretor da Comissão de Saúde Global do Instituto de Medicina dos EUA.

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