Logo depois de anunciado o resultado do Prêmio Nobel da Paz, autoridades e ativistas expressaram suas reações em relação aos vencedores de 2007, o ex-vice-presidente americano Al Gore e o IPCC da ONU.

O presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, felicitou o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore e o IPCC. Barroso destacou em comunicado que as contribuições de Al Gore e do IPCC para a prevenção da mudança climática "aumentaram a conscientização no mundo todo" e que seu trabalho "foi também uma inspiração para políticos e cidadãos".

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, também expressou satisfação pela decisão. Em declaração oficial, Brown destacou que Gore foi uma figura "inspiradora" ao chamar a atenção em todo o mundo para a situação do meio ambiente, e considerou o trabalho do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU na área técnica "vital".

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, agradeu: "O secretário-geral agradece às descobertas do IPPC, mostrando que não há dúvidas de que as mudanças climáticas estão acontecendo e o maior causador é o homem."

Stephanie Tunmore, do Greenpeace, fez um alerta: "O Nobel da Paz para Al Gore e IPCC deve impactar os governos que se preparam para negociar a extensão do Protocolo de Kyoto em dezembro".

Hans Verolme, líder do programa de mudanças climáticas da WWF elogiou o resultado: "O prêmio é claramente o reconhecimento da consciência global para acabar com as mudanças climáticas. É um tremendo reconhecimento da admiração que temos ao IPCC por seu trabalho e a gratidão que temos por Al Gore por suas campanhas".

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