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Questão Síria

Republicanos dos EUA questionam se acordo sobre Síria tem força suficiente

Apesar do ceticismo expressado por autoridades republicanas, Síria afirma que cumprirá resolução sobre armas químicas

  • PorReuters
  • 15/09/2013 14:47

Síria diz que cumprirá resolução sobre armas químicas

Agência Estado

Apesar da preocupação expressada por líderes republicanos, o ministro da Informação da Síria, Omran al-Zoubi, disse em entrevista à emissora britânica de televisão ITN que o governo do país vai cumprir o plano russo de eliminar suas armas químicas assim que o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma resolução baseada nessa proposta.

Segundo Al-Zoubi, o governo do presidente Bashar al-Assad já começou a preparar os documentos relacionados ao plano. "A Síria se compromete com o que vier da ONU. Nós aceitamos o plano russo para nos livrarmos de nossas armas químicas. Na verdade, já começamos a preparar nossa lista", afirmou o ministro.

Autoridades republicanas dos Estados Unidos expressaram ceticismo quanto à possibilidade de um acordo para retirar as armas químicas da Síria funcionar sem uma ameaça crível para pressionar o governo sírio a colaborar.

O acordo, realizado no sábado após discussões entre os EUA e a Rússia, faz apelo para que o presidente sírio, Bashar al-Assad, contabilize seu estoque químico dentro de uma semana e permita inspeções internacionais até meados do próximo ano.

"Se o presidente acredita, como eu acredito, que uma força militar crível ajuda a conseguir uma solução diplomática, eles afastaram isso nesse acordo. Estou realmente preocupado com isso", disse à CNN Mike Rogers, presidente republicano do Comitê de Inteligência da Câmara.

"Nem um punhado de armas químicas saiu do campo de batalha mas nós desistimos de cada parte de nossa influência no que diz respeito à tentativa de solucionar o problema sírio de maneira mais ampla, porque nós descartamos uma ameaça militar crível", acrescentou Rogers, que é um congressista de Michigan.

Obama disse no sábado que os Estados Unidos "continuam preparados para agir", se os esforços diplomáticos fracassarem na Síria.

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