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Tensão

Rússia defende posição da Coreia do Norte sobre filme; China pede calma

Washington acusou a Coreia do Norte de estar por trás de um ciberataque no final de novembro contra a Sony Pictures, produtora do filme

  • PorFolhapress
  • 26/12/2014 07:37

O governo da Rússia afirmou compreender a revolta da Coreia do Norte contra o filme americano "A Entrevista" e classificou a comédia de agressiva e escandalosa. O enredo da produção mostra um complô da CIA para matar o líder norte-coreano Kim Jong-Un. "A ideia do filme é tão agressiva e escandalosa que a reação norte-coreana é totalmente compreensível", declarou o porta-voz da chancelaria russa, Alexander Lukachevich. "A Rússia está preocupada com uma nova escalada de tensões entre os Estados Unidos e a Coreia Norte" indicou Lukachevich.

"As ameaças americanas de vingança e os pedidos a outros países para condenar a Coreia do Norte nos parecem contraproducentes e perigosos e não fazem mais que elevar as tensões", concluiu. "A entrevista" está em cartaz desde quinta em 300 cinemas independentes dos Estados Unidos e está disponível em plataformas digitais como Google Play, YouTube Movies e Xbox Vídeo, apesar da estreia ter sido cancelada após o ciberataque sofrido pela produtora do filme, Sony Pictures.

Washington acusou a Coreia do Norte de estar por trás de um ciberataque no final de novembro contra a Sony Pictures, produtora do filme. Pyongyang, por sua vez, sofreu esta semana a interrupção de várias horas em sua internet. Os Estados Unidos não confirmaram ou desmentiram sua responsabilidade neste incidente. Um grupo chamado "Guardians of Peace" ("Guardiães da Paz"), responsável pelo ciberataque de 24 de novembro, advertiu que semearia o terror nos cinemas que exibissem o longa, que satiriza o ditador norte-coreano Kim Jong-un, e comparou seu plano com os atentados do 11 de setembro.

Divulgação ilegal

Nesta sexta, o governo da China pediu calma aos Estados Unidos e à Coreia do Norte sobre o tema. "Este filme é controvertido. Esperamos que todas as partes envolvidas se controlem, mantenham a calma e tratem este importante assunto de forma adequada", disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying. "Já vimos que este filme causou vários problemas. A China espera que todas as partes envolvidas procedam de forma objetiva neste assunto, o revisem com seriedade e se comuniquem para resolvê-lo o mais rápido possível", acrescentou a porta-voz.

A China é um dos países onde "A Entrevista" está sendo visto e baixado, já que uma versão em inglês com legendas em mandarim está disponível para download em alguns sites. Hua indicou que o governo chinês "tomará medidas" contra essa divulgação ilegal. "O governo da China tem uma política firme e tomará medidas contra a pirataria", afirmou a porta-voz de Relações Exteriores.

Hua também se referiu hoje ao pacto fechado por Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos para compartilhar dados de inteligência sobre o programa nuclear e de mísseis do regime da Coreia do Norte, que deve ser assinado na próxima segunda-feira. "Esperamos que todas as partes possam contribuir para construir uma confiança mútua, assim como para impulsionar a paz e a estabilidade na península e não o contrário", apontou a porta-voz, que acrescentou que "a situação na península de Coreia é estável, mas ao mesmo tempo frágil".

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