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Oportunidade

Rússia se oferece para suprir demanda de energia da China e outros países durante a guerra

Xi Jinping e Vladimir Putin, ditadores da China e Rússia: em meio à alta de preços, países restringiram exportações de fertilizantes para priorizar produtores locais, reduzindo ainda mais oferta global
Xi Jinping e Vladimir Putin, ditadores da China e Rússia: países ampliam parceria em meio à guerra (Foto: EFE/EPA/MIKHAIL METZEL/SPUTNIK/KREMLIN/POOL)

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A Rússia está aproveitando a instabilidade energética com a crise no Estreito de Ormuz devido à guerra entre Israel, EUA e Irã para tentar reinserir Moscou no mercado global.

O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, disse nesta quarta-feira (15) que o país está disposto a suprir o problema da escassez de energia da China e de outros interessados durante o conflito. Desde a invasão à Ucrânia, a Rússia é alvo de sanções ocidentais, o que tem prejudica sua economia.

“A Rússia certamente pode compensar a escassez de recursos que surgiu em países interessados ​​em trabalhar conosco”, disse em coletiva de imprensa durante viagem a Pequim ao comentar a situação do Estreito de Ormuz, que se tornou o centro das negociações entre EUA e Irã no Paquistão.

Lavrov anunciou ainda que o ditador Vladimir Putin deve visitar o gigante asiático nos próximos meses.

Também nesta quarta, o presidente Donald Trump disse que conversou com o ditador chinês, Xi Jinping, e chegou a um acordo com Pequim para não enviar armas ao Irã durante a guerra. O líder republicano acrescentou que a abertura do Estreito de Ormuz deixou a China "muito feliz".

A declaração surge após o jornal britânico Financial Times divulgar uma investigação que apontou que o regime iraniano utilizou um satélite espião chinês para identificar e atacar bases militares americanas no atual conflito.

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