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Integrantes da comissão de senadores brasileiros que viajarão hoje para a Venezuela acreditam que a visita a familiares dos oposicionistas presos no país vizinho ajudará a aumentar a pressão internacional pela definição da data das eleições parlamentares deste ano. Os senadores embarcam pela manhã na base aérea de Brasília rumo a Caracas, em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), e retornam ao Brasil à noite.

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A ida dos senadores brasileiros precede uma visita de parlamentares europeus em julho, com o mesmo objetivo: apelar pela libertação dos presos políticos Leopoldo López, em greve de fome há 24 dias; Antonio Ledezma, ex-prefeito de Caracas; e Daniel Ceballos, ex-prefeito de San Cristóbal.

Mesmo sem autorização para se encontrar com os presos, os senadores vão ao presídio de Ramo Verde, onde está preso Leopoldo López. Eles serão recepcionados por Lilian Tintori, mulher de López; Mitzy Capriles, mulher de Ledezma; Patricia de Ceballos, mulher de Ceballos; e María Corina Machado, ex-deputada cassada. “A pressão internacional sempre funciona na defesa do respeito aos direitos humanos”, disse o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP).

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