Manifestantes antigoverno marcharam desafiadoramente na capital da Tailândia, neste sábado, com um grupo entrando em um complexo da polícia, sem se intimidar pela explosão de uma granada no dia anterior, que matou uma pessoa e feriu 35.

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A explosão de sexta-feira aumentou a tensão em Bangcoc, depois de vários dias de calma relativa, que sugeriam que o movimento para parar o governo e forçar a renúncia da primeira-ministra Yingluck Shinawatra estava perdendo força.

Não ficou claro quem estava por trás do ataque contra os manifestantes. Seu principal ativista político, Suthep Thaugsuban, culpou o governo e disse que o incidente não vai afetar o moral das milhares de pessoas que, na segunda-feira, intensificaram os protestos que já duram dois meses, bloqueando as vias principais da cidade e ocupando ministérios.

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O incidente que aconteceu duas semanas antes da eleição geral, pode ter aumentado o risco de uma movimentação do exército tailandês para por um fim ao impasse que está começando a prejudicar a economia.

Boonyakiat Karavekphan, um cientista político da Universidade Ramkamhaeng, em Bangcoc, disse que o ataque aumentou a possibilidade de "um grande confronto entre os manifestantes e grupos que eles consideram rivais, como a polícia ou tropas leais ao governo, a ponto de provocar algum tipo de reação militar."