Um carteiro de Messina, no sul da Itália, foi denunciado e preso por esconder em sua casa mais de duas toneladas e meia de cartas, que nunca foram entregues aos seus destinatários. O carteiro, de 53 anos, acumulou a correspondência ao longo de nove meses. Em vez de fazer a sua ronda diária entregando as cartas, ele ia para casa. Quinze queixas de cidadãos e empresas que não tiveram a correspondência entregue foram registradas durante esse período.

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A polícia, que abriu as investigações em dezembro, chegou ao carteiro levada por reclamações dos moradores da região. O carteiro foi surpreendido enquanto passava as cartas da moto dos correios para seu carro.

O carteiro era sempre o primeiro a terminar o trabalho e regressar aos correios. Segundo o jornal italiano "La Repubblica", cinco cômodos do apartamento estavam ocupados por cartas, telegramas, contas e pacotes. Foram necessários dois caminhões para retirar a correspondência acumulada na casa do carteiro, que mantinha todas as cartas em ordem, guardadas em caixas.

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