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Cessar-fogo indefinido

Trump diz que Irã acatou um pedido seu e anulou condenação de oito manifestantes

O presidente dos EUA, Donald Trump, em evento na Casa Branca: país negocia com o Irã (Foto: ALLISON ROBBERT/EFE/EPA)

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O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (22) que o Irã voltou atrás em oito condenações à morte após um pedido feito por ele.

Em uma publicação na Truth Social, ele informou que quatro mulheres que seriam executadas nesta noite serão colocadas em liberdade "imediatamente" e outras quatro cumprirão um mês de prisão.

"Agradeço imensamente ao Irã e seus líderes por respeitarem meu pedido, como Presidente dos EUA, e cancelarem a execução planejada. Obrigado pela atenção a este assunto! Presidente DONALD J. TRUMP", escreveu na rede social. Junto ao texto, o presidente publicou fotos das manifestantes que tiveram a sentença alterada, segundo ele.

Oito manifestante que Trump afirmou ter impedido a execução no Irã. Crédito: Reprodução Truth Social/@realDonaldTrump (Foto: Reprodução Truth Social/@realDonaldTrump/@)

O presidente havia pressionado líderes iranianos no dia anterior, também por meio de uma mensagem no Truth Social, para que libertassem essas mulheres condenadas à morte, dizendo que tal gesto seria um "ótimo começo para nossas negociações", horas antes do cessar-fogo ser anunciado como sendo por tempo indeterminado.

Trump sugere retomada das negociações com o Irã na sexta

O presidente Donald Trump afirmou nesta quarta-feira que existe a possibilidade de retomar as negociações com o regime iraniano no Paquistão na próxima sexta-feira (24).

A declaração surgiu em entrevista ao The New York Post, quando o líder republicano foi questionado sobre notícias vindas do Paquistão sugerindo uma possível retomada das negociações de paz dentro das próximas 36 a 72 horas. "É possível", respondeu.

Trump anunciou nesta terça a prorrogação do cessar-fogo por tempo indeterminado, mas manteve o bloqueio naval a portos do Irã, o que o regime considerou inaceitável.

O presidente do Parlamento iraniano, Mohamad Baqer Qalibaf, afirmou nesta quarta-feira que seu país não reabrirá o estreito de Ormuz até que os EUA suspendam o bloqueio naval imposto contra seus portos e navios.

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