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Disfunção sexual

“Viagra feminino” está mais perto de chegar às farmácias

Agência norte-americana aprovou a flibanserina, substância que aumenta libido nas mulheres; comercialização depende de redução nos efeitos colaterais

Viagra, medicamento de disfunção erétil, serviu como gatilho para o desenvolvimento de uma versão feminina | LB/kb/ljm/HO
Viagra, medicamento de disfunção erétil, serviu como gatilho para o desenvolvimento de uma versão feminina (Foto: LB/kb/ljm/HO)

Os Estados Unidos deram um importante passo para que o primeiro remédio para disfunção sexual nas mulheres chegue às farmácias. Nesta quinta-feira (4), uma banca da agência que regulamenta os medicamentos norte-americanos, a FDA, aprovou uma substância que vem sendo chamada de “Viagra feminino” ou “Viagra rosa”.

De acordo com a FDA, a flibanserina poderá ser comercializada após os laboratórios adotarem medidas para diminuir os efeitos colaterais, como queda de pressão e tonturas, segundo informações do jornal Los Angeles Times.

Para muitos cientistas, a flibanserina pode melhorar a qualidade da vida sexual das mulheres da mesma forma como os medicamentos masculinos o fizeram com os homens. Estudos apontam que uma pílula de 100 mg consumida diariamente aumenta drasticamente a libido das mulheres.

Apesar de chamada informalmente de “Viagra feminino”, a flibanserina tem ação diferente. Enquanto o medicamento masculino estimula a circulação sanguínea, ela age quimicamente no cérebro para aumentar o desejo sexual.

Direitos iguais

O debate sobre medicamentos femininos de disfunção sexual se estende há vários anos nos Estados Unidos. A comunidade farmacêutica havia sido muito criticada por desenvolver várias substâncias para o universo masculino e nenhum para o feminino.

Após as medidas que diminuam os efeitos colaterais, a FDA fará nova avaliação e, desta forma, liberará a comercialização do medicamento.

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