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Vítimas do Ike ainda estão desalojadas

Mais de um mês depois da passagem do furacão, muitos norte-americanos ainda não podem voltar para suas casas

  • PorHelena Carnieri
  • 18/10/2008 22:03
Móveis que enchiam o showroom desta loja foram destruídos pela inundação causada pelo furacão | Scott Olson/Getty Images/AFP
Móveis que enchiam o showroom desta loja foram destruídos pela inundação causada pelo furacão| Foto: Scott Olson/Getty Images/AFP
  • Confira onde fica Galveston

Cinco semanas após a passagem do furacão Ike pela costa dos EUA, o caos ainda reina na costa texana. O governo contabiliza o prejuízo do terceiro furacão mais caro da história do país, depois de Andrew (1992) e Katrina (2005): algo próximo de US$ 27 bilhões apenas na área costeira – além de 72 mortos e 200 desaparecidos.

O último dos 24 abrigos criados pela Cruz Vermelha na região de Houston deve ser fechado hoje, depois de receber cerca de mil pessoas desalojadas pela inundação. As últimas 300 pessoas que habitavam o local, no entanto, não têm para onde ir, segundo o noticiário local.

Em Galveston, cidade mais atingida pelo Ike, 40% da população (23 mil pessoas) ainda não voltaram para casa. Como 75% das casas foram danificadas ou estão sem energia elétrica, muitos ainda vivem em trailers enviados pela agência federal de emergências (Federal Emergency Management), em tendas da Cruz Vermelha montadas em escolas ou seguem acampados dentro do que restou de suas casas e quintais.

"Meu bairro está relativamente limpo, mas ainda tem montanhas de entulho e areia trazidas pelo mar. Houve trechos bloqueados por mais de dois metros de areia", conta a brasileira Sandra Ratzman, que mora na cidade portuária (leia entrevista ao lado).

Sandra e o marido fugiram para Dallas, ao contrário de uma centena de pessoas que resolveram esperar e acabaram presas pelas águas – a prefeitura chegou a emitir uma ordem para que todos deixassem a ilha dois dias antes da chegada do furacão, mas alguns preferiram ficar.

Como furacões são freqüentes no Golfo do México e o noticiário informava que o Ike era de categoria 2 (na escala Saffir Simpson, que vai até 5), muitos confiaram na sorte. O problema foi que os ventos eram de categoria 2, mas a maré era de categoria 4, o que pouca gente sabia. Ventos de 175 km/h atingiram a costa, e a maré surpreendeu ao subir pela parte de trás da ilha.

Pensilvânia

Por sua posição, no Golfo do México, o Texas foi o estado mais atingido e mais de 1 milhão de pessoas precisaram deixar a costa. Mas também houve inundação e mortes em estados próximos da costa leste, como o da Pensilvânia.

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