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E a vacina, quando chega?

Na saúde: recorde de infectados. Na economia: 7 injeções de ânimo e uma dose de alerta

  • 23/07/2020 07:00
Shopping de São Paulo volta a receber clientes após longo período fechado: economia do Brasil vai demorar para se recuperar da crise causada pela coronavírus.
Shopping de São Paulo volta a receber clientes após longo período fechado| Foto: Nelson Almeida/AFP

Para começar esse resumo de notícias. A quarta-feira (22) foi um daqueles dias de alerta. Tanto na saúde quanto na economia. Do lado da saúde, o Brasil bateu recorde absoluto de contágios por coronavírus: 67.860 em 24 horas, segundo o último boletim do Ministério da Saúde. Foram contabilizados ainda 1.284 óbitos. Agora são mais de 2,2 milhões de infectados, quase 83 mil mortes. A boa notícia: mais de 1,5 milhão de recuperados.

Uma dose alerta. Do lado econômico, o aumento forçado nos gastos do governo, devido à pandemia, elevou a previsão de rombo nas contas públicas para R$ 787,5 bilhões, um recorde no déficit; veja os prognósticos e a estimativa anterior do governo na reportagem de Jéssica Sant’Ana, correspondente em Brasília.

7 injeções de ânimo. Apesar da projeção negativa, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, garante que a economia iniciou uma retomada em V. Nossa correspondente já havia antecipado: de acordo com sete indicadores, o pior já passou - pelo menos na economia. Na lista de recuperação estão: papelão, caminhões, energia, motos, notas fiscais e bens não duráveis; confira os dados. Achou estranho o papelão na lista? Cristina Graeml explica em vídeo: o que a produção de papelão nos diz sobre a recuperação econômica brasileira neste momento de pandemia.

Utilidade pública

E a vacina, quando chega? Segundo a Organização Mundial da Saúde, a previsão realista para uma vacina bem-sucedida contra a Covid-19 é para o início de 2021. Os Estados Unidos já garantiram uma “grande cota”: fecharam acordo de 100 milhões de doses da Pfizer. No Brasil, a primeira voluntária a receber a vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac conta como é participar dessa etapa fundamental da pesquisa.

Interferon beta. Este é o nome de um medicamento que apresentou redução de 79% no risco de agravamento da doença entre os participantes que receberam a substância. Entenda como funciona a medicação e quando ela é indicada na reportagem de Amanda Milléo. Veja em nossa página de Saúde outras novidades sobre vacina e pesquisas sobre a Covid-19.

Política e economia

Para entender o Fundeb. Após ser aprovado na Câmara dos Deputados, na terça (21), o novo Fundeb abriu as portas para ser um fundo permanente e previsto na Constituição - se passar pelo Senado e for sancionado pelo presidente. Mas o que muda? De Brasília, a correspondente Isabelle Barone explica em 5 pontos como era e quais foram as alterações aprovadas para o fundo.

Para entender a reforma tributária. Após Paulo Guedes entregar ao Congresso a primeira de quatro propostas do governo para a reforma tributária, que une PIS-Cofins, você pode ter ficado em dúvida: Sua empresa vai pagar mais ou menos imposto? Veja o que muda na reportagem de Giulia Fontes. Como parte do “pacotão do governo”, sabe-se que vem aí a proposta de um imposto similar à CPMF. De Brasília, Jéssica Sant’Ana revela que a ideia é atrelar a nova CPMF a emprego e renda mínima para reduzir resistências na aprovação.

Cerco à Lava Jato. Procurador-geral da República, Augusto Aras mudou as regras internas do Ministério Público Federal (MPF) sobre sigilo em documentos para a PGR ter acesso a dados de qualquer investigação, como a Lava Jato. Mas não é só isso. Entenda na reportagem de Kelli Kadanus, direto de Brasília. A correspondente também revela que Deltan Dallagnol será investigado por criticar a liminar de Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, que barrou uma operação de busca e apreensão no Senado, no gabinete do senador José Serra (PSDB-SP).

Giro pelo mundo. Em mais um capítulo da “guerra de sanções”, os Estados Unidos fecharam o consulado da China em Houston, em resposta a roubo de informações sobre projetos de vacinas contra o coronavírus. Por lá, o presidente Donald Trump defendeu o uso de máscaras e disse que a situação vai piorar antes de melhorar. Os Estados Unidos também querem prender e julgar o presidente Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da ditadura venezuelana, Maikel Moreno, e até ofereceram recompensa para quem ajudar na prisão. Já a oposição venezuelana quer denunciar Nicolás Maduro ao Tribunal Penal Internacional.

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O que mais você precisa saber hoje

Colunas e artigos

Debates pandêmicos. Quando acontece uma “festa clandestina” em uma casa, e a polícia é chamada, ela pode invadir a residência? E em tempos de pandemia? Tiago Cordeiro responde a pergunta: A polícia pode invadir sua casa a pretexto de combater a Covid?  Agora vamos ao debate econômico. Em artigo no portal da Foundation for Economic Education e reproduzido nesta Gazeta, Ross Marchand afirma que a OMS não merece o dinheiro do contribuinte, ainda mais depois da Covid-19.

Cancelando Aristóteles. Em uma crônica necessária, Polzonoff anuncia que não se fala em outra coisa em Cabrobó: o New York Times quer cancelar Aristóteles. Em tempos assim, em que nada mais pode ser postado na internet sem passar pelos censores alheios, o colunista Pedro Menezes “joga a real”: Precisamos cancelar os canceladores. Nessa linha, outro texto lúcido vem de Madelaine Lacsko. Ela mostra a “liberdade de obedecer o discurso permitido”. Leia no artigo: Os falsos guerreiros da liberdade de expressão.

Nossa visão

Proposta simbólica. A equipe econômica finalmente apresentou uma parte de sua proposta de reforma tributária ao Congresso. O texto que propõe a unificação de PIS e Cofins tem o mérito de simplificar o recolhimento dos dois impostos e de unificar alíquotas federais, mas não deve ser considerado como um ponto de partida para a reforma – esta já está em andamento no Congresso com projetos bastante debatidos pela sociedade. Leia nossa visão sobre o tema no novo editorial: O maior valor da proposta de reforma tributária do governo está em seu simbolismo.

Apesar das limitações, há um enorme ponto positivo no encaminhamento da proposta do governo: a sinalização de que a equipe econômica vai participar da elaboração da reforma no Congresso. A disposição das duas casas em retomar a comissão mista que discute a matéria em um momento em que tanto União quanto estados apoiam a reforma cria um ambiente propício a mudanças.

Para inspirar

Estudos em casa. Durante a pandemia, não tem jeito: apesar da desigualdade social, crianças e adolescentes estão tendo que estudar em casa. Mas isso pode prejudicar os profissionais da área de Educação? Em artigo, Jônatas Dias Lima mostra que “em nenhum dos mais de 60 países onde o ensino domiciliar legalizado houve qualquer consequência catastrófica para os trabalhadores ou empresários do setor educacional”. Confira esse e outros textos de Lima em defesa do homeschooling.

Tenha uma ótima quinta-feira!

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Comentários [ 1 ]

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  • J

    Jeferson

    ± 0 minutos

    Tres grandes centros mundiais na Italia, Franca, EUA comprovam a eficacia do coquetel na fase 1. Na India o coquetel é oficial e em diversas cidades do Brasil o coquetel ja comprovou a eficacia. Aqui seguem a agenda comunista da OMS. "Paracetamol e fique em casa" ..se piorar va pra UTI.....ou ainda Rendesivir de Georgre Soros ou vacina chinesa. E o que dizer da remuneração que Mandeta mandeta mandou dar para hospital covid....Nao estão preocupados com o povo. Estão preocupados em seguir uma agenda comunista da OMS. As urnas estão chegando e o povo não mais bobo. Saberemos escolher

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