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Editorial

O aborto na França e o truque de linguagem

  • PorGazeta do Povo
  • 14/08/2020 19:16
Projeto na França tenta legalizar aborto até o nono mês de gestação em caso de “sofrimento psicossocial” da mãe.
Projeto na França tenta legalizar aborto até o nono mês de gestação em caso de “sofrimento psicossocial” da mãe.| Foto: Jess Lis/Free Images

Aproveitar-se de momentos em que todas as atenções estão voltadas para outros temas e usar linguagem intencionalmente genérica ou confusa são duas estratégias bastante utilizadas quando se trata de tentar legalizar o aborto mundo afora. Ambas acabaram de ser colocadas em prática na França, país que está a apenas um passo de, na prática, legalizar o assassinato de seres humanos indefesos e inocentes até o último momento da gestação.

A Assembleia Nacional – a câmara baixa do Parlamento francês, equivalente à Câmara dos Deputados brasileira – aprovou, na madrugada de 1.º de agosto, em segunda votação com quórum curiosamente baixíssimo (há 577 deputados, mas apenas 101 votaram – menos de 20% do total), a revisão da Lei de Bioética do país, e que inclui, entre outros temas, as circunstâncias em que o aborto pode ser realizado. Pela legislação atual, de 2011, a prática pode ser realizada por qualquer motivo no primeiro trimestre de gestação e, em qualquer momento da gravidez, em caso de risco para a saúde da mãe ou doença incurável do feto. Segundo o texto aprovado pelos deputados franceses, fica acrescentada a possibilidade de se realizar o aborto até o nono mês de gestação caso um grupo de médicos ateste o “sofrimento psicossocial da gestante”.

O que dizer do estabelecimento de um critério completamente subjetivo para decidir algo tão fundamental, como o direito de um ser humano a viver?

É no palavreado que está o truque, apontaram movimentos pró-vida franceses e internacionais, já que “sofrimento psicossocial” é um termo extremamente vago e que, em última análise, pode englobar praticamente qualquer insatisfação da gestante. Muitas circunstâncias em que legislações nacionais permitem o aborto se baseiam em questões objetivas – um diagnóstico médico que ateste uma doença no feto, ou o fato de a mãe ter concebido em decorrência de um estupro –, e mesmo assim nada disso atenua o fato de que o aborto estaria eliminando um ser humano digno de respeito e proteção. O que dizer, então, do estabelecimento de um critério completamente subjetivo para decidir algo tão fundamental, como o direito de um ser humano a viver?

Não é à toa que o movimento pró-vida em todo o mundo tem denunciado a proposta francesa como sendo, na prática, uma legalização irrestrita do aborto. Com a abolição de critérios objetivos para se autorizar o encerramento de uma gestação até o último mês, fica estabelecida uma espécie de “vale tudo”; afinal, como medir a angústia ou o sofrimento? Quem dirá se ele é genuíno ou forjado? Que médico tomará para si a responsabilidade de avaliar se os motivos apresentados por uma gestante disposta a abortar são razoáveis ou não? Ao introduzir a categoria do “sofrimento psicossocial” nas circunstâncias que legitimam um aborto, os promotores da morte conseguem a carta branca para que qualquer mulher possa conseguir um aborto na França, a qualquer momento.

Como o presidente Emmanuel Macron é um entusiasta da proposta abortista, o Senado francês é a última esperança de barrar o projeto, ainda sem data para votação. Uma vez transformado em lei, sobrará apenas a valentia dos médicos que exercerem a objeção de consciência. Mas mesmo esta salvaguarda está sob ataque. Há países, como os escandinavos, onde ela foi expressamente abolida; em outros, o médico que não quer realizar abortos é obrigado a indicar um colega que o faça, no caso de ser procurado por uma gestante disposta a matar seu filho. Até mesmo no Brasil tal exigência vigora, graças a uma norma técnica do Ministério da Saúde ainda em vigor e que força os profissionais que respeitam a vida humana no útero a se tornarem cúmplices de sua eliminação, uma cruel sutileza que muitas vezes passa despercebida. O projeto em análise no parlamento francês não trata do tema, mas o Código de Saúde Pública do país prevê a objeção de consciência, cabendo ao paciente encontrar outro profissional para realizar o aborto – ao médico objetor cabe apenas a obrigação de repassar as informações da gestante ao colega por ela escolhido. No entanto, também na França há mobilização de movimentos feministas para retirar essa importante garantia ao profissional de saúde.

A ofensiva abortista francesa mostra como não há nada de falacioso em afirmar que, uma vez aberta a brecha – seja permitindo o aborto até determinado estágio da gestação, seja restringindo-o a alguns casos específicos –, o mais provável é que na sequência se procure alargar os critérios até conseguir a legalização total. O abortismo não reconhece o momento da fecundação como sendo o do surgimento de um novo ser humano, mas também é incapaz de afirmar quando, então, se daria esse salto do “não humano” para o “humano”. Resta-lhe, assim, criar limites arbitrários, com algum embasamento “científico” (como o surgimento de determinadas funções no organismo), mas que no fundo são apenas ferramenta retórica para arrancar uma concessão inicial, a partir da qual os militantes buscarão cada vez mais, até desumanizar qualquer criança que ainda não tenha saído do ventre da mãe – ou até depois disso, como já propuseram o australiano Peter Singer e os defensores do “aborto pós-nascimento”. Também no Brasil isso vem ocorrendo, menos pela via legislativa e mais pela via judicial; os defensores da vida não podem jamais baixar a guarda.

21 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 21 ]

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  • P

    Pedro tenvia

    ± 0 minutos

    Enquanto os franceses assassinam suas proles os imigrantes com suas quatro esposas e quarenta filhos ocuparão todos os espaços e a "profecia" do livro "submissão" de Michel Houellebecq se tornará realidade mais rápido que imaginam uma vez que já nada mais haverá para ser defendido pois terão perdido toda humanidade.

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  • A

    AALB

    ± 14 dias

    Com as francesas caucasianas abortando e franceses de outras origens gerando inumeros filhos, logo a maioria na Franca sera culturamente diferente do povo que historicamente a habitou ate ha algum tempo atras. Depois nao reclamem pois essa " nova maioria" nao sera tolerante com esses "moderninhos"

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  • J

    JJP

    ± 15 dias

    povinho filho da ****, vem querer dar lição de moral aqui, a decadência do povo francês é irreversível, vão se ***** seus merdas!

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    Niva Alice de Oliveira Barbosa Guedes

    ± 15 dias

    Legalizar o assassinato de bebês, se a futura mãe assim o quiser!! Que monstruosidade!!

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  • J

    JJP

    ± 15 dias

    França que se ****, povo ignorante, cada vez mais sem identidade, agora dominado pelos islamismo radical. Tem que se fo.....er povinho de mierda

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  • J

    JAPA

    ± 15 dias

    não estão fazendo jus ao seu hino , quero ver depois do domínio islâmico o que vai sobrar da cultura francesa

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    • L

      Lore C . Valent

      ± 15 dias

      E ouso dizer que não vai demorar muito.

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  • P

    Paulo Henrique

    ± 15 dias

    PARABÉNS PELO EDITORIAL, GP! É compreensível que haja divergência sobre a questão do aborto, mas não é compreensível que alguém, de boa-fé, aprove esse tipo de conduta sub-reptícia dos abortistas que pretendem introduzir o aborto por via oblíqua, como um cavalo de Troia. E a propósito, que ninguém caia no conto de que "o aborto não é assunto de Estado", porque é evidente que é. Não há Estado civilizado onde a vida não seja um tema de Estado.

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  • A

    Antonio Cousseau

    ± 15 dias

    A FRANÇA CONSEGUIU UMA SAÍDA PARA PRATICAR ASSASSINATOS EM MASSA? ESSA NÃO É SUA CULTURA. PELO CONTRÁRIO A EUROPA ESTÁ DIMINUINDO A POPULAÇÃO LOCAL TANTO QUE EXISTE NECESSIDADES DE AUMENTAR IMIGRAÇÃO?

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  • R

    Roberto Garcia

    ± 15 dias

    Engraçado que os progressistas dão à mãe o direito de vida ou morte de uma pessoinha, seu filho, mas ao mesmo tempo querem punir dar uma palmada com sentido educador à esses mesmos pais

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  • C

    Cecília

    ± 15 dias

    Se a França aprovar o aborto, será o seu fim. Até a compaixão de Deus tem limites. A Vida passa a existir na concepção. A partir daí todos os direitos de um ser humano deveriam ser garantidos ao indivíduo que foi gerado.

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  • F

    FB

    ± 15 dias

    Isso é assassinato de bebês, puro e simples.

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  • A

    ALVARO VELEDA BERMUDEZ

    ± 15 dias

    Não se pode admitir o aborto em nenhuma circunstância, pois todo ser humano já possui o seu primeiro direito, isto é, o direito de nascer.

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  • E

    Eden Lopes Feldman

    ± 15 dias

    Excelente posicionamento da Gazeta do Povo. Parabéns.

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  • J

    Jean

    ± 15 dias

    Assassinos cruéis brutais e covardes.

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  • A

    Alessandro Moreira

    ± 15 dias

    "Lá vêm eles até nós Degolar nossos filhos, nossas mulheres Às armas, cidadãos! Formai vossos batalhões! Marchemos, marchemos"

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    • J

      JAPA

      ± 15 dias

      não estão fazendo jus a seu hino, estão fazendo corpo mole e ao acordarem desse devaneio progressista já estarão sob domínio islâmico e dai adeus cultura francesa

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    Fernando Antonio Remisio Figuinha

    ± 15 dias

    As feministas que querem o assassinato de crianças uterinas, de qualquer idade gestacional, deveriam ser mais coerentes e não manter relações sexuais com homens, pois o fruto dessas relações é, para elas, indesejável. Mas, esperar coerência de quem não tem sinais de humanidade é querer demais!

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  • H

    Hélio

    ± 15 dias

    Quando uma sociedade já não respeita mais a vida, ela está se espatifando em frangalhos, e o seu futuro não será bom em qualquer sentido.

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    Fernando Cortopassi de Oliveira

    ± 15 dias

    Sob o aspecto social do assunto, sou frontalmente contra a intrusão do Estado em assunto que não lhe diz respeito. A maternidade (e a vida) é algo pessoal e intransferível, não cabendo ação de Estado por quaisquer meios. Sob o aspecto de crença, sou contrário ao aborto pois a concepção já é vida. Não cabe tangenciar o assunto com questionamentos filosóficos sobre o início do que seria “vida” para nós. Essa é uma dádiva divina de perpetuação de nossa espécie. E não estamos, claramente, fazendo um bom trabalho nisso.

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  • C

    Cássio

    ± 15 dias

    A França está avançando nesta agenda suja. Pouco tempo atrás legalizou a pedófilia. Quando suprimiu a idade abaixo da qual a relação sexual é considerada estupro. A feminista, autora e professora universitária americana Camille Paglia já identificou bem este estágio da vid6de uma sociedade, é a degeneração e senecencia.

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