Os deputados, assim como todo e qualquer funcionário, têm obrigação, a não ser por motivos de doença e outros, de comparecer ao trabalho (Gazeta, 22/7). Infelizmente, quando temos oportunidade de tirar maus políticos que fazem carreira pública, não o fazemos. Eles serão eleitos novamente nas próximas eleições. Infelizmente, repito, cada povo tem o governo que merece.

Antonio Carlos Costa Pinto

Assiduidade dos deputados 2

Sempre fui a favor do fim da política profissional, em que políticos ganham salários para (não) trabalhar. No dia em que as pessoas assumirem cargos políticos por vocação, ganhando uma ajuda de custo durante o tempo em que estiverem ajudando o Estado, não precisaremos manter uma estrutura tão cara e corrupta como a nossa. Uma outra forma seria diminuir drasticamente o número de políticos. Do jeito que está, para que precisamos hoje de mais do que 15 deputados no Paraná?

Paulo Persegani

Publicidade sob suspeita

Para dar maior efetividade aos gastos com publicidade de órgãos públicos, bastaria seguir o exemplo das empresas privadas. Gastar somente o necessário, sem alardes, naquilo que for mais importante para seus acionistas (o povo que sustenta a máquina pública).

Mario Rosot

Doação de órgãos

No dia 1.º de abril, meu marido teve parada cardíaca e faleceu. Estávamos em Coroados, chamei o Samu e eles chegaram rápido, mas foi constatada a morte. Comuniquei a eles que meu marido era doador, inclusive que ele queria muito doar o coração para estudo. Os socorristas do Samu e o médico falaram da dificuldade da captação dos órgãos, primeiro pela distância e pela hora, era cerca de 22 horas. Segundo porque a BR-101 estava com desmoronamento bloqueando a passagem. Foi então que percebi que as doações até existem, mas o que dificulta são os recursos que as cidades menores têm.

Mirian santin

Desmate na rodovia

Há uma evidente ignorância dos opositores ao progresso nesse tema da passagem do reator ao lado do viaduto dos padres, pois o caminho que agora foi desmatado era a própria estrada anteriormente (Gazeta, 21/7). Com a nova via, regenerou-se o local e isso voltará a ocorrer sem outras interferências.

Guilherme Kloss Neto

Parentes de Derosso

Fiquei estarrecido com a informação dada pelo colunista Celso Nascimento de que a Câmara de Vereadores de Curitiba, da qual o vereador Derosso é presidente, quase vitalício, emprega três irmãs, um sobrinho e um cunhado . Antes empregava também a mulher dele, que agora está empregada no estado. Se isso não é nepotismo nem ilegal, no mínimo, é imoral. Onde estão os outros vereadores que não veem isso? Ainda bem que parte de nossa imprensa não está dormindo.

João Carlos Peixotto

Reforma política

Muito importante incluir no Código Eleitoral o financiamento público de campanha com valores certos para cada partido, proibindo doações particulares. Doações milionárias para campanhas pressupõem acertos escusos em licitações e trocas de favores. Deve haver campanha somente em rádio e tevê, e o TRE divulgar o número de cada candidato. Crimes eleitorais, dentre outros, muitas vezes acontecem com valores doados para partidos e candidatos.

Estevão Gutierrez Brandão Pontes

Exame da OAB

Não vejo em que o exame da OAB fere a Constituição, de forma a que deva ser suprimida sua existência, como querem alguns. O processo tramita no STF. A regulamentação da profissão e a exigência de um mínimo conhecimento para exercício profissional não se confunde com lobby corporativista ou prática de truste. Vale lembrar que nenhum direito é absoluto. A regulamentação legal ao seu exercício determina a própria validade dos direitos, inclusive o direito ao trabalho. Mas claro que o tema é vasto. Vale lembrar que outras ações de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, objetivando derrubar a obrigatoriedade do Exame de Ordem, já foram impetradas e arquivadas.

André Zacarias Tallarek de Queiroz

Carlos Ramalhete

Li na edição on-line da Gazeta do Povo o excelente artigo sobre o direito de matar, "Autorização para matar?". Excelente. Parabéns. É preciso que vozes se ergam antes que o pior aconteça em nossa terra.

Jorge Dantas

Vale-remédio

Recentemente tive orientação do farmacêutico para fazer meu cadastro no laboratório para obter um desconto significativo, mas discordo da prática do vale-remédio. Não é necessário aplicar uma política de fidelização estritamente comercial para baixar o preço desse tipo de produto, muito menos fornecer dados sobre o próprio estado de saúde, nome do médico que receitou etc. Considero a concorrência das farmácias, hoje em dia incrementada pela venda pela internet, suficiente para regular os preços. A política de preços dos laboratórios deveria se limitar ao próprio custo, e a do governo de baixar os impostos e, se possível, disponibilizar medicamentos de uso contínuo.

Herbert Richert, engenheiro mecânico

Dois pontos

Voluntariado 1

Não atuaria como voluntário na Copa do Mundo. Já acho um desperdício fazerem estádios com o dinheiro dos nossos impostos. Se não há dinheiro para construir creches, escolas, como há para construir estádios particulares? Isso é um absurdo!

Marko Antonio Fagundes

Voluntariado 2

Atuaria como voluntária da Copa do Mundo 2014 por estar exercendo a cidadania e por ser um evento de grande importância para o mundo. Creio que é uma oportunidade única de contribuir para o sucesso do evento e uma maneira de conhecer novas pessoas e culturas.

Danielle Pereira Fausto

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