Parabéns à Gazeta do Povo pela matéria “Sequelas da batalha do Centro Cívico” (Gazeta, 11/5). Os comentários e as fotos das pessoas feridas durante a violenta ação da Polícia Militar precisam ser conhecidos pelo maior número possível de pessoas. Precisamos ter consciência da agressividade policial determinada pelo governo do estado. Apoiado nesse barbarismo, o governo conseguiu a aprovação de medidas que virão a comprometer as reservas, até então privativas, dos contribuintes da Paranaprevidência.

Clotilde de Lourdes Branco Germiniani

Batalha no Centro Cívico 2

Todos os envolvidos na batalha do Centro Cívico eram servidores públicos, mesmo os políticos e sindicalistas que estavam no carro de som. Que direito tinham eles de envolverem adolescentes nisso? Os servidores têm privilégios que poucos na iniciativa privada dispõem e, não contentes com isso, querem envolver a sociedade toda numa questão alheia a ela? As principais vítimas foram os alunos secundaristas, os quais não deveriam estar naquele momento no Centro Cívico.

Luiz Santos Jr.

Batalha no Centro Cívico 3

Eu e minhas amigas estávamos atrás das barracas em 29 de abril. Quando os policiais começaram a jogar bombas, corremos sem rumo, inalamos gás e ficamos ainda mais desorientadas. O que nos ajudou foi o extinto de sobrevivência. Se não tivéssemos corrido muito, o pior poderia ter acontecido. Hoje estamos bem, mas tenho pavor quando vejo viaturas ou ouço algum som parecido com o das bombas.

Joanita Perini

Intervenção militar

Muito esclarecedora e oportuna e entrevista com Antônio Mourão, general comandante militar do Sul, que afirma que o Exército “não vai assumir o poder” (Gazeta, 10/5). Tem muita gente que não sabe o verdadeiro papel do Exército: preparar e formar homens capazes de sair em guerra contra outro país. Tem muita gente que nem sabe onde atua o deputado estadual e o federal ou para quais cargos haverá eleição em 2016. Esclarecer a população que pede as forças armadas na rua é muito importante.

Waldomiro T. Padilha de Oliveira

Panelaço 1

Onde está a oposição que não vai à televisão rebater as afirmações feitas pelo PT (Gazeta, 6/5)? Os alunos que cursam a universidade precisam do Fies. O que fez o governo? Cortou esse benefício, o que fará com que milhares de alunos abandonem a graduação. O discurso do PT diz que melhorou a vida das pessoas mais pobres. Mas a “Pátria Educadora” corta investimentos na educação e direitos dos trabalhadores. A inflação para as pessoas de baixa renda ficou acima da média em abril, o que significa dizer que a alta dos preços pesou mais no bolso das famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos. O presidente do partido, Rui Falcão, prometeu que vai expulsar os que forem julgados e condenados na Operação Lava Jato. Mas não foi o que aconteceu com os mensaleiros condenados. Qual a chance de alguém acreditar nessa promessa?

Izabel Avallone, São Paulo – SP

Panelaço 2

O conhecimento e o interesse pela política das pessoas que participam de panelaços é uma das razões pelas quais muitas questões importantes para o povo brasileiro não são levadas em consideração. O uso desse utensílio por alguns minutos – durante a apresentação de um programa na televisão no horário político –, por certo, não vai caracterizar nenhuma pressão contra esse ou aquele ocupante de cargo público. É lamentável que um partido de oposição seja o incentivador dessa forma de manifestação, como aconteceu em 5 de maio.

Uriel Villas Boas, Santos - SP

Governos estadual e federal

Os governos de Beto Richa e Dilma Rousseff são criadores de ilusões. Fizeram o povo se sentir na Ilha da Fantasia para se reelegerem. Há uma enormidade de gastos reprováveis. A conta agora é lançada sobre a população, que se submete a todas as medidas. A austeridade funciona somente contra o povo; em troca de cargos para seus cabos eleitorais.

Luiz Eduardo Hunzicker, Colombo - PR

Terceirização 1

O dia 13 de maio de 1888 – data da assinatura da Lei Áurea – representou para o povo brasileiro um passo para a liberdade. Muitos outros passos foram dados, como a Proclamação da República e as leis trabalhistas. Ocorre o inverso do processo de libertação com a terceirização do trabalho. Onde está a CLT, que garante direitos, tais como férias, fundo de garantia e décimo terceiro salário? Tudo vai por água abaixo com a flexibilização das leis do trabalhistas. Se já não bastasse o desemprego, agora temos a terceirização e os trabalhadores sem direitos.

Paulo Roberto Girão Lessa, Fortaleza – CE

Terceirização 2

É a ideologia do atraso – que se coloca contra a terceirização do trabalho – que hoje destrói o empreendedorismo e o rendimento dos trabalhadores no Brasil.

Daniel Venturi

Bullying

Importante o editorial do jornal Gazeta do Povo sobre o bullying, “Uma brincadeira de mau gosto” (Gazeta, 9/5). Chama a atenção para esse tipo de violência que deixa marcas para sempre nas crianças, nos adolescentes e nos jovens. É uma constante nos locais de ensino. Como estudioso no assunto, tenho acompanhado a situação de perto. Curitiba tem a lei 13.632/2010, a qual dispõe sobre a política antibullying para as instituições públicas e privadas. É fundamental que as pessoas responsáveis pelas instituições tomem providências quando perceberem a ocorrência desse fenômeno.

Toni Reis

Errata

O leitor Wanderley Ilivinski apontou um erro na chamada de capa da matéria “Paraná busca R$ 800 milhões em empréstimos (Gazeta, 12/5). O correto é “(...) US$ 800 milhões (...)”. A Gazeta do Povo pede desculpas pelo erro e agradece a colaboração do leitor.

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