681 correspondências foram recebidas pela Gazeta do Povo na última semana.

Temas da semana

Desafio das torcidas 387Ideologia 4Copel 3

"O desafio das torcidas é muito importante para incentivar o comparecimento do público. Mas o desfecho foi completamente parcial para a torcida do Atlético." Nicholas Meira, Curitiba – PR

"Conhecer Marx e sua obra é essencial, mas impor uma única forma de pensamento aos professores e orientadores é crime de assédio moral." Araci Asinelli da Luz, doutora em Educação, Curitiba – PR

"Se for para brigar por estradas melhores a preços justos, nada mais correto que a atitude de incluir a Copel no leilão das BRs."

Gustavo Marchese, Dois Vizinhos – PR

Gostaria de lembrar à Sanepar que tenho residência em Pontal do Paraná, no Balneário Leblon, e que tivemos vários transtornos há uns dois anos em nossa rua, com a passagem do duto principal do esgoto em nossas praias. A obra não foi concluída e há tempos não ouvimos falar nada a respeito. O que estão fazendo para terminar a obra? Queremos ligação de esgoto com urgência.

Luiz Carlos Lorenzi, Pontal do Paraná – PR

Ideologia 1

Muito boa a iniciativa de denunciar a tentativa de doutrinação marxista na educação (28/9). O que eu não entendo é porque a Gazeta do Povo, ao mesmo tempo que publica matérias de grande coragem, como essas que têm saído no caderno de Paraná e Vestibular, apresenta tendência esquerdista em certos textos. Um exemplo: Fidel Castro é sempre apresentado como "líder cubano", enquanto o presidente paquistanês, aliado dos EUA, é "o ditador Musharraf". Para Morales, Chávez e companhia, palavras amenas. Para os não-socialistas, adjetivos pejorativos.

Anacleto Soares, Curitiba – PR

Nota da redação

A Gazeta do Povo procura, no material publicado, manter total isenção política, cumprindo com sua missão de informar e denunciar quando é o caso.

Ideologia 2

Muito esclarecedoras as reportagens de 23/9 e 28/9 sobre a presença (indesejável) de conteúdo ideológico nos livros didáticos. Assim como não queremos apologias ao nazismo nos livros de nossos filhos, também não aceitamos que se reduza o esporte a mero instrumento de propaganda. Qualquer um dos nossos bravos atletas brasileiros pode dar testemunho de que o amor à atividade física nasce na escola. Já ouvimos, por exemplo, a Daiane dos Santos dizer que foi "descoberta" ao praticar exercícios no colégio. Vamos parar de demonizar uma coisa tão saudável e deixar as escolhas ideológicas a cargo de cada jovem e de sua família. Escola é lugar de formação e não de deformação.

Luís Pedro e Helena Fantinelli, Curitiba – PR

Porto 1

Eu bem poderia reclamar dos salários pagos aos funcionários do porto (reportagem de 28/9). É realmente espantoso uma copeira ganhar mais de R$ 2 mil. Em vez disso, pedirei ao governo do Paraná algo muito mais simples: faça desses valores os pisos salariais do estado.

Adelina Trindade Garcez, comerciante, Campo Largo – PR

Porto 2

É vergonhosa a forma como nossos governantes e seus "funcionários de confiança" administram as contas públicas. Fiquei estarrecido com a reportagem sobre os salários pagos nos portos paranaenses (28/9). Parece que estamos todos num grande feudo ou vivendo uma ditadura e que a vontade do governante-mor é lei.

Wilson de Souza, Curitiba - PR

Liberdade

Brilhante o artigo "O Valor da Liberdade" (publicado 28/9), do professor José Pio Martins. Os comunistas frustrados pelos sucessivos fracassos de suas economias (Cuba, Coréia do Norte etc.) que se mudem para seus "paraísos". Os brasileiros que fiquem espertos com as tentativas de bolivarização, tendo Chávez à frente.

Em tempo: e a folha de pagamento do Porto de Paranaguá? E ainda querem criticar o MP.

Georgs Rozenfelds, economista, Curitiba – PR

Santa Catarina

Com referência às notícias de incentivos fiscais oferecidos por Santa Catarina à madeireira do deputado Waldir Rossoni e, ao que parece, também à empresa Mate Leão, gostaria de observar que aquele estado é apontado, por muitos, como "modelo" a ser seguido pelos paranaenses.

Acredita-se que aquele estado é uma espécie de Suíça brasileira. No entanto, quem se dispuser a conhecer melhor o estado vizinho, logo verá que "existe algo de podre no Reino da Dinamarca". Em meados dos anos 90 morei em São Francisco do Sul, a 180 quilômetros de Curitiba. Logo me deparei com uma realidade social e ambiental extremamente vergonhosas. Santa Catarina possui em todas as suas regiões graves problemas ambientais, como o dos dejetos das minas de carvão no sul e a violenta especulação imobiliária no litoral. Acredito que esse modelo de desenvolvimento nada sustentável e inspirado no modelo capitalista chinês não possa servir de forma alguma como "modelo" ou de "exemplo" para o nosso Paraná.

Ricardo Martins Soares, professor, Curitiba - PR

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