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Algumas semanas atrás, eu, minha mulher e nossa filha de 1 ano e 3 meses saímos de casa com a intenção de almoçar. Era um sábado, e resolvemos ir até a recém-inaugurada lanchonete Waldo X Picanha da Rua Chile. Chegando lá, qual não foi a nossa surpresa ao descobrir que não havia nenhuma cadeirinha para crianças. Não tendo como acomodar nossa filha, partimos para outro estabelecimento. Já que estávamos na Rua Chile, descemos algumas quadras e fomos até o MacDonald’s. Novamente fomos surpreendidos. A lanchonete que dá brinquedos para as crianças junto com seus sanduíches e que é a maior potência mundial no ramo tinha apenas uma cadeirinha para crianças, para atender a toda a lanchonete e a mesma estava ocupada. Novamente fomos em busca de outra lanchonete. Finalmente, na lanchonete Kharina da Av. Batel, conseguimos acomodar a nossa filha e almoçar. Fica a pergunta: "Será que os proprietários dessas lanchonetes estão tão bem no mercado que podem abrir mão de atender pais de crianças pequenas?" "Será que essas cadeirinhas custam tão caro que eles não possam disponibilizá-las aos clientes?"

Renato Veiga, economistaCuritiba, PR

Ronaldo 1

Na Copa do Mundo de 1998, o Ronaldo teve problemas de saúde e perdemos a Copa. Agora está com novos problemas. Será que o pesadelo vai voltar?

Pedro Alcântara de AlmeidaCuritiba, PR

Ronaldo 2

A Daniela Cicarelli beijou o Ronaldo e ele virou sapo?

Álvaro AntunesCuritiba, PR

Carga tributária

A carga tributária da classe médica vem sofrendo vários aumentos nos últimos anos, em particular na área previdenciária, onde todos os convênios tributam sobre teto máximo, independentemente da comunicação prévia anual demonstrada pelos profissionais. Além da quase quadritributação, aqueles que solicitam ressarcimento amargam anos de espera infindáveis, com pouca perspectiva de alcançarem aposentadoria condizente com sua contribuição. Além disso, o mesmo ocorre com a prefeitura que, além da cobrança anual do ISS dos profissionais autônomos, bitributa toda a sua produção de cooperativa médica, caracterizando absurdo fiscal, independentemente da jurisprudência prévia já obtida por alguns convênios. A questão é: deve a classe médica permanecer à mercê da volúpia tributária da nossa prefeitura ou devemos reverter esse estado de coisas via jurídica?

Roberto Boscardin, médicoCuritiba, PR

Poder ineficaz

Mais um capítulo da ineficácia do poder público no Brasil: Congresso votando aumento de vereadores, em razão da redução imposta pela Justiça Eleitoral; libertadas pessoas que participaram da máfia das ambulâncias; libertadas as pessoas que dilapidaram os bens do Congresso (se bem que agora nossos políticos perceberam que nem eles estão seguros, apesar de possuírem todo um aparato de segurança que nós pobres cidadãos não possuímos); e nosso ilustre governador que tanto arrotou em acabar com o famigerado pedágio, após gastos de tempo e dinheiro público, abandona a ação. Qual a desculpa que dará na campanha? E perguntar não ofende, de onde sobra tanto dinheiro para a promoção de propaganda oficial de realizações duvidosas, é claro? Esse dinheiro não poderia ser utilizado para a saúde, educação e segurança? Onde está o MP que não defende os interesses do cidadão e tenta reduzir os gastos com essa propaganda enganosa que os governos federal e estaduais promovem com nosso dinheiro?

Adalberto BatistiCuritiba, PR

Representatividade

Quem ainda critica o PT por ter dado legenda aos picaretas do mensalão disputar as próximas eleições, deveria prestar mais atenção nos demais partidos. Na última reunião da executiva do PMDB, para decidir sobre o lançamento de candidato a presidente, Jáder Barbalho estava na mesa diretora ao lado de Michel Temer, presidente do partido. Quem prestou atenção nas propagandas gratuitas do PP e do PTB na tevê pôde ver alusões à atuação exemplar de José Janene e rasgados elogios ao expoente trabalhista Roberto Jefferson. Em síntese, os partidos são todos iguaizinhos: sempre vão acomodar tudo e todos, exclusivamente de acordo com as suas conveniências. E ninguém abre mão de corruptos e picaretas se forem bons de votos. Temos que nos concientizar de que o Congresso é o espelho da população e se o Brasil tem mais de 500 mil marginais encarcerados nas prisões e penitenciárias e outro tanto soltos nas ruas e até vivendo numa boa na sociedade, nada mais natural do que esta considerável parcela também esteja devidamente representada no Congresso.

Rubens Santos, empresárioCuritiba

Seguro-desemprego

Um absurdo é o que tem acontecido nas Ruas da Cidadania, quando as pessoas precisam dar entrada no seguro-desemprego, somente 15 senhas são distribuídas, isso mesmo 15 senhas por dia, ou seja, durante as 8 horas de atendimento, somente 15 pessoas são atendidas, o pior é que hoje (7/6) as senhas se esgotaram às 5h45. Como sempre ocorre, os trabalhadores dormem na fila e não conseguem pegar a senha porque são apenas 15 por dia. Esse absurdo já foi denunciado pelo Paraná TV. O abuso continuam.

Higor Reis Curitiba, PR

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