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É impressionante a "cara de pau" desses políticos que querem eleger seus filhos a qualquer custo (Gazeta, 13/12). Por mais que eu tente, não consigo chegar à conclusão se é pelo "status" ou "tradição familiar". Muitos gastam em campanhas mais do que supostamente irão receber de salário durante o mandato, isso sugere haver algo errado. O interessante é ver a pressa dessa família de políticos em pôr outro parente no poder. Talvez acreditem que somos todos acéfalos.

Nelma Suzan

Família Carli 2

Como moradora de Guarapuava, gostaria de externar a minha contrariedade para a forma de abordagem da Gazeta em relação ao prefeito Carli e ao seu filho Bernardo, com uma conotação pejorativa. O prefeito tem realizado uma administração dentro das expectativas da maioria dos guarapuavanos, e o seu filho Bernardo tem o direito, assim como eu, ou como qualquer outro cidadão, de pleitear um cargo público. Tentar inviabilizar a pretensão deste jovem porque ele é filho do prefeito ou irmão de um ex-deputado é sem sombra de dúvidas um ato preconceituoso e antidemocrático. O Brasil e o Paraná têm problemas muito maiores e mais graves para serem abordados por este grande jornal.

Giselle Zuber, pedagoga, Entre Rios/Guarapuava – PR

Família Carli 3

Eu, como eleitor de Guarapuava, gostaria que família Carli, com um toque de mágica, deixasse a cidade evoluir, pois essa família é um "câncer" para Guarapuava.

Edvaldo do Nascimento

Tragédia no trânsito

A soltura do causador da morte de quatro jovens no trânsito, Eduardo Miguel Abib, demonstra bem a frouxidão da nossa legislação, de nossos legisladores e de nossos juízes e desembargadores. Só quem perde é toda a sociedade civil. Conforme escreveu outra leitora, é impensável que um assassino múltiplo possa estar solto, pronto para cometer novos crimes em tão pouco tempo. Se a Justiça é assim, temos de pedir liberdade também para Suzane Richthofen, o casal Nardoni, Chico Picadinho, Fernandinho Beira-Mar e Marcola. Os poderes Legislativo e Judiciário faliram.

João Augusto Moliani, professor universitário

Crime hediondo

O presidente Lula ganha e resolve tudo no discurso. É o homem mais oportunista deste país. Lembrem-se do comportamento dele nos vários escândalos de desvio de dinheiro inclusive no PT. Sempre procurou colocar panos quentes nas coisas e, no caso do mensalão, se a oposição não estivesse com o rabo preso com certeza ele seria cassado. Agora, depois de dizer que as imagens não falam por si, o que é um absurdo, propõe que corrupção, peculato e concussão virem crimes hediondos (Gazeta, 11/12). Tenho que ressaltar que a grande aprovação do governo dele esta baseada nas distribuição de dinheiro público através dos diversos programas sociais e outras medidas que beneficiam grande parte da população brasileira. A economia não está mal, não pela administração Lula, mas sim pelo tamanho deste país e da enorme riqueza gerada de Norte a Sul, Leste a Oeste.

Remi João Zarth, empresário – São José dos Pinhais

Caso do vestido 1

Logo após a divulgação do ocorrido no dia 22 de outubro na Uniban, tive total certeza de que aquela "peça teatral" não acabaria com a chegada da PM, mas estaria só começando. E assim aliou-se a "fome com a vontade de comer". Geisy tornou-se celebridade, capa de jornais e revistas, recebeu convites para participar de programas e chegou a ser declarada por alguns como vítima e "símbolo da discriminação" em uma sociedade democrática e livre de censura... Só resta declarar "parabéns", Geisy! Não merecido, mas você está na disputa final de R$ 1 milhão do seu BBB! O Brasil está de olho em você!

Diego F. Bahls

Caso do vestido 2

No Brasil todo mundo quer tirar vantagem ou pelas meias ou pelos micro vestidos. No caso do vestidinho curto, creio que a repercussão do caso já deu o que tinha que dar, todo mundo aceita o vestidinho curto. Em se tratando de uma polpuda indenização, creio que deve-se lembrar que há centenas de outras pessoas que sairão prejudicadas, pois acredito que é um duro golpe para uma empresa e em se tratando, de um estabelecimento de ensino com número razoável de alunos penso que o estrago será maior.

Karina Gryzinski

Bolívia

Um poço de contradições o editorial "Democracia de aparências" (Gazeta do Povo, 10/12/2009). Primeiro, acusa-se o presidente Evo Morales de falsear a democracia porque agora acumula um poder que lhe foi concedido nas urnas por meio de eleição idônea e competitiva; segundo, acusa-se o presidente de falsear a democracia por ter vencido eleições implementando políticas que agradam à maioria pobre do povo boliviano e não à minoria rica. É que para os nossos conservadores de plantão a democracia só é aceitável se não permitir mudanças políticas, sociais e econômicas profundas. É esse tipo de raciocínio autoritário travestido de discurso democrático, e não a suposta sanha golpista de líderes carismáticos, que empurra o continente para a instabilidade política.

Renato Perissinotto, professor da UFPR

Rotatória

A implantação de rotatória em Curitiba em alguns ponto da cidade seria relevante, pois aqui os motorista têm um comportamento diferenciado. Se fizerem um levantamento empírico nas vias que têm rotatória, vai se verificar que o número de acidentes é muito baixo, por isso não vejo a necessidade de sinais, e sim rotatória para o trânsito fluir mais rápido.

Luiz Carlos Gonçalves Abreu

Nostalgia

Como é possível a gente sentir saudade de uma época que não viveu? Ao olhar essas fotos antigas (Gazeta, Nostalgia, 13/12), tive vontade de voltar ao passado, andar por aquelas ruas e avenidas sem congestionamentos, sentir e respirar aquele ar, que certamente era muito mais puro que hoje. Ah, como seria bom voltar àqueles tempos, escutar músicas e curtir o verde das matas que provavelmente eram abundantes. Que bom seria fazer uma viagem dessas.

Ah, que saudade de um tempo que não vivi.

Juarez Ferreira

Poder Judiciário

A falta de lisura e de transparência em decisões judiciais de todos os níveis vem sendo uma constante em nosso país e em todas as esferas, o que é realmente lamentável. Mas como é um fato, resta-nos deixar a pergunta: até quando esses cidadãos que deviam dar exemplos vão poder continuar usando cargos sérios apenas e tão somente em benefícios próprios ou pelos menos que deixam muitas dúvidas?

Rui Ventura

Papel do MP

Quanto ao artigo escrito por Hermínio Back, publicado no último dia 8/12 pela Gazeta do Povo, o Ministério Público do Paraná vem repudiar a generalizada e irresponsável afirmação feita no sentido de que estaria "se omitindo" quanto à responsabilização de torcedores que praticam crimes durante e após os jogos de futebol. Esses delitos costumam ser de menor potencial ofensivo, gerando penas alternativas à prisão. Nos casos de lesões leves e danos a ônibus, o Ministério Público depende da vontade da vítima, sem o que não pode agir. De outro lado, por óbvio, é necessário que a autoridade policial forneça ao MP elementos sobre a autoria e a materialidade das infrações. De resto, o Ministério Público está acompanhando todas as situações de delitos que possam ter relação com comportamentos desviantes de torcedores, notadamente os lamentáveis episódios ocorridos no Couto Pereira. Identificadas as autorias (o que já vem ocorrendo), as responsabilizações penais ocorrerão. Talvez não na proporção irracional pleiteada por alguns, mas dentro dos limites previstos pela legislação brasileira, dos quais o Ministério Público é fiscal.

Olympio de Sá Sotto Maior Neto, procurador-geral de Justiça do Paraná

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