O título de doutor honoris causa que Lula ganhou dias atrás deveria ser cassado e rasgado pela infeliz declaração que ele fez sobre o processo conhecido como mensalão. Lula está infectado pelo vírus mortal do egoísmo e do orgulho. Politicamente ele foi o grande beneficiado pelos atos ilícitos praticados pelos réus do mensalão. É uma vergonha quando um ex-presidente que jurou por duas vezes respeitar as leis declara que a suprema corte do país é uma fraude política. Os ministros do Supremo Tribunal Federal deveriam processar Lula por mais essa calúnia.

CARREGANDO :)

Geraldo Buss

Lula 2

Publicidade

Lula fez a inacreditável declaração a uma tevê portuguesa de que o mensalão teve 80% de decisão política e 20% de decisão jurídica, e que a história desse enorme escândalo de seu governo ainda será recontada, provavelmente da maneira que ele desejaria que fosse contada. Por outro lado, é difícil não concordar com Lula quanto ao viés político do julgamento, especialmente depois da aceitação dos embargos infringentes e da absolvição de réus anteriormente condenados.

Ronaldo Gomes Ferraz, Rio de Janeiro – RJ

Nota fiscal

Essa campanha para incentivar a emissão de nota fiscal foi muito mal planejada. O cadastro da nota através da internet seria muito mais fácil, tal como funciona na Nota Fiscal Paulista. A tendência é que a campanha paranaense fracasse, com poucos contribuintes participando, em virtude da dificuldade e do custo.

Hélio Takefumi Mori, engenheiro civil

Publicidade

Dívidas

No discurso da administração municipal as dívidas herdadas de gestões passadas sempre foram empecilho para o cumprimento dos compromissos de campanha. O que mais intriga é por que a Câmara Municipal não abriu processo para que as partes envolvidas esclareçam a real situação, tanto da gestão anterior como da atual. Além do mais, a arrecadação só tem crescido nos últimos dois anos e as contas do município sempre fecham no vermelho. Nesse imbróglio, quem tem perdido é o contribuinte.

Marcelo Rebinski, historiador

Corrupção

O povo precisa ler mais jornais e revistas para entender como funciona a política brasileira. Eu ainda digo mais: se o problema fosse só o dinheiro, tudo estaria resolvido. O problema do Brasil é honestidade. Quando sai a verba para qualquer investimento em qualquer município, 20% ficam em Brasília como comissão para quem libera, depois vêm o prefeito, deputado e vereadores; no fim, metade já era.

Publicidade

José de Paula

Pedágios 1

Não há nada que possa ser feito para mudar a situação dos pedágios no Paraná, uma vez que empresas e autoridades, na época da assinatura dos contratos, ocuparam-se de redigir cláusulas que renderiam verdadeiras fortunas indenizatórias às concessionárias caso viessem a ser rescindidos. O que nos resta é aguardar pelo fim da vigência das concessões e procurar fazer novos contratos, pensando mais no usuário que no empresário a partir de então. Só que isso é coisa para depois de 2020.

Vilde Pedro Andreazza

Pedágios 2

Publicidade

O que a população espera da discussão sobre mudanças no contrato de pedágio é um preço justo em determinados pedágios cujos preços atualmente são abusivos, como na BR-277, por exemplo.

Airton Kraismann

Pedágios 3

Nas campanhas eleitorais os políticos prometem que vão baixar o pedágio, mas já foi divulgado que eles recebem ajuda financeira das concessionárias. Não precisa investigar para saber que as empresas ganham uma fortuna, pois os contratos têm mais de 15 anos, o número de veículos quadriplicou e as obras prometidas não saíram.

Gabriel Neumann Paula, São João do Triunfo – PR

Publicidade

Transporte

Principalmente com relação ao transporte público, Curitiba pode inovar na busca de soluções criativas. A mobilidade urbana deve ser pensada como um problema social, deve-se buscar soluções criativas juntamente com a sociedade acadêmica, porque sem conhecimento e ciência dificilmente poderemos superar esses problemas.

José Luciano Ferreira de Almeida

Rodovias

Não há necessidade de uma nova ligação rodoviária com o Litoral. Basta bom senso dos nossos governantes para o que já temos. Abram estradas vicinais, com duas ou três pistas, e não essa vergonha como aquela na chegada ao Litoral pela BR-277. Falta visão aos nossos administradores.

Publicidade

José Saez

Comissão da Verdade

A Comissão da Verdade não se conformou com o fato de JK ter morrido de um acidente natural, e agora está querendo que a Polícia Federal investigue a morte de um depoente que falou umas verdades neste inquérito de um lado só. Deixem que os mortos enterrem seus mortos. Brasil sem miséria e rancor é um país sem esses rancorosos de plantão.

Manoel José Rodrigues, Alvorada do Sul – PR

Criminalidade

Publicidade

São urgentes medidas para conter a criminalidade. A impunidade incentiva e protege os criminosos. É preciso mudar as leis endurecendo as penas; penalizar criminosos de idade superior a 11 anos; construir mais presídios; punir os servidores públicos que dão cobertura aos bandidos, com penas em dobro; simplificar o emaranhado jurídico que trata de crimes. Mas, infelizmente, quem faz as leis são os políticos.

Mário A. Dente, São Paulo – SP

Copa do Mundo

Não devemos esquecer que os investimentos nos estádios da Copa constituem empréstimo a ser devolvido de acordo com o cronograma estabelecido. Não se trata de verba que poderia ser investida em saúde e educação. Cabe ao interessado, através do programa de transparência em vigor, até pela internet, constatar ou não se esse retorno está ocorrendo. Também não se pode dizer que o estádio da Arena só poderá ser utilizado pelos sócios do clube. Continua sendo um espaço público.

Antonio Carlos Pacheco

Publicidade

Leitura

Gostar de ler é um privilégio, no entanto, a Unesco revela que os brasileiros leem muito pouco. O professor pode e deve incentivar o seu aluno a ler, uma vez que as crianças costumam espelhar-se nos adultos com quem convivem. É importante ler não só para adquirir vocabulário, mas porque por intermédio da leitura se entende o mundo. Quem lê vê melhor as coisas, com mais informações.

Elinor Eschholz Ribeiro

Petrobras

Agora a refinaria de Pasadena não é mais um mau negócio! Foi somente a partir de 2008, afirma a presidente da Petrobras, em audiência na Câmara dos Deputados. Graça Foster afina estranhamente seu discurso com o que exatamente disse o ex-diretor da estatal no Senado, Nestor Cerveró.

Publicidade

Paulo Panossian, São Carlos – SP

Honra

Pelos termos da Lei 9.099/95, crimes com pena máxima de até dois anos de detenção passaram a ser alvo do que ali foi denominado de transação penal, ou seja, o promotor propõe o pagamento de cestas básicas ou qualquer coisa parecida, o acusado aceita e o processo é extinto. É uma política penitenciária para aliviar os nossos superlotados presídios. Os crimes contra a honra, por serem punidos com pena inferior a dois anos de detenção, se enquadram na dita transação penal e, assim, a honra do ofendido é resgatada com o pagamento de cestas básicas pelo ofensor. Ou seja, quem quiser ofender alguém com certeza de que não será punido, basta fazer a prévia doação de cestas básicas e depois partir para a agressão.Edgar Granata, advogado, Porto Alegre – RS

Concurso

Em Cianorte a prefeitura realizou um concurso público, sob responsabilidade da Fundação de Apoio à Universidade Estadual de Londrina. Entretanto, o gabarito provisório demonstrou erros absurdos nas alternativas indicadas como corretas. Após os recursos, questões que estavam com a resposta correta no gabarito provisório, tiveram mudança no gabarito definitivo.

Publicidade

Rogério Miranda Prado, Cianorte – PR

Novo planeta

Acredito que o planeta Kepler possa ter as mesmas condições de existência da Terra. Ele está girando em torno de uma estrela em uma ótima posição, nem muito quente nem muito frio, como a Terra e o Sol. E já descobriram água. Se também tiver terra boa para plantar, pode ter condições de vida.

Julia Ramina

* * * * *

Publicidade

As mensagens devem ser enviadas à Redação com identificação do autor, endereço e telefone. Em razão de espaço ou compreensão, os textos podem ser resumidos ou editados. O jornal se reserva, ainda, o direito de publicar ou não as colaborações.Rua Pedro Ivo, 459 - Centro • Curitiba, PR - CEP 80010-020 • Tel.: (41) 3321-5999 - Fax: (41) 3321-5472.