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Na onda de troca de siglas partidárias, para limpar a barra do envolvimento em falcatruas e enganar os incautos eleitores, o PMDB cogita voltar a usar a antiga sigla, o MDB. Busca também um novo símbolo. Já que o PSDB usa o tucano como símbolo, nada mais atual para o PMDB que usar um jaburu!

Claudio Juchem

Semipresidencialismo

O fato de os deputados que hoje estão na Câmara serem ruins não tira valor da proposta do “semipresidencialismo”. Na verdade, o que é necessário é que o povo aprenda a dar valor ao seu voto, escolhendo os melhores e não os mais convenientes. Quando tivermos um parlamento bem escolhido, essa proposta (ou outras) é uma boa alternativa. Em resumo: o problema do Brasil, pelo menos em princípio, não está no regime de governo, e sim em quem exerce o poder. Ou, talvez e mais profundamente: em quem escolhe quem exerce o poder.

Sergio Surugi de Siqueira

Judiciário

A aprovação dos três poderes pela população não para de cair, mas a do Judiciário assusta. Vejamos: Quem indica e quem escolhe os ministros do STF são aqueles que poderão ser julgados por eles; o mesmo ministro atua no STF e é presidente do TSE; quem vê o canal 6, TV Justiça, entende por que os processos não são julgados e mofam: as excelências falam horas uns para os outros, parece um programa de auditório. Na mídia só se veem críticas ao Gilmar Mendes.

Mário A. Dente

Teto salarial

Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), determinou a todos os tribunais do país que nos primeiros dias de cada mês se torne público o valor do salário recebido de todos os magistrados, a fim de que possamos fiscalizar o cumprimento da lei que estabelece o teto. Se Cármen Lúcia quiser mesmo que todos os magistrados do Brasil cumpram essa lei, e sem grande trabalho de fiscalização, é fácil! É só aprovar uma lei de tributação fiscal sobre tudo o que receberem acima do teto e pronto. Está resolvido o problema crucial de corrupção dos “capas pretas”, e ainda seria possível ajudar todas as Santa Casas de Misericórdia com a destinação do excesso recebido.

Benone Augusto de Paiva

Privatização 1

Eu só não concordo com a privatização do setor energético por um motivo: energia gratuita e diminuição de custos. O correto é seguir o exemplo do Chile, que já alcançou este objetivo.

Luciano Leite Galvão

Privatização 2

A ex-presidente Dilma criticou o governo Temer por privatizar a Eletrobras. Se Dilma não gostou, é sinal de que a venda da empresa vai beneficiar, e muito, os consumidores. Os petistas odeiam a palavra privatizar, pois significa perder as galinhas dos ovos de ouro. Quando foi ministra das Minas e Energia e presidente da República, Dilma conduziu uma mudança nas regras do setor, visando reduzir a conta de luz, mas as medidas propostas resultaram em perdas bilionárias para a Eletrobrás. De 2012 a 2015, durante o governo Dilma, a Eletrobras teve mais de R$ 30 bilhões de prejuízo. A dívida líquida da empresa no fim de junho era de R$ 23,4 bilhões. Somente no ano passado a empresa voltou a ter lucro. Portanto, a conta caríssima que os brasileiros pagam hoje é herança maldita do governo petista, fruto da incompetência da presidente afastada. Privatize já, presidente Temer. O Brasil agradece.

Izabel Avallone

Escolas 1

Estudar exige disciplina e comprometimento. Sem disciplina, as escolas, sobretudo as públicas, se tornaram terra de ninguém. Vemos estudantes sem compromisso, desviando sua atenção com celulares, e o desrespeito total a toda norma de conduta. As secretarias de Educação se omitem, o poder público se omite, e os professores são reféns destes órgãos. Mas é o que a classe política e dominante quer: pessoas sem conhecimento e discernimento, que são facilmente manipuladas e ludibriadas.

Eugênio Lyznik Junior

Escolas 2

Nós somos os culpados pelo péssimo ensino. Nós não fiscalizamos a escola e o que os nossos filhos fazem nela. Nós terceirizamos a educação dos nossos, porque precisamos ganhar mais e mais para encher os nossos filhos de porcarias que nós não tivemos. Há pais que mal sabem o ano letivo em que o filho está e que nunca podem comparecer a uma reunião na escola, porque eles trabalham, e se for no sábado também não dá. O tal do Estatuto da Criança e do Adolescente, permite ao aluno fazer quase tudo e mais um pouco. Por fim, nós reelegemos aquele político embusteiro, que tudo prometeu e nada fez pela educação.

Paulo Silva

Universidade pública

O orçamento do CNPq para financiar pesquisa em todas as áreas é de R$ 800 milhões. Só os deputados estão levando R$ 4 bilhões. Desse jeito, como esperar que as universidades sejam financiadas e levadas a sério? O plano é acabar com as federais, terceirizando tudo. Aí acabará a pesquisa, pois vão todos virar “aulistas”, como nas particulares. O Brasil não tem jeito mesmo.

Adriano Trevisan

Transporte coletivo

Celso Nascimento está correto ao afirmar que apenas a compra de ônibus não solucionará o problema do transporte público em Curitiba. Mas tem gente interessada em modernizar o transporte coletivo, sim. Existem na Câmara dois projetos essenciais para isso. O Bilhete Único e o Quilômetro Rodado, do vereador Bruno Pessuti. Além disso, ele mesmo, que foi relator da CPI dos Transportes, apontou diversas irregularidades. Porém, ele parece brigar sozinho para isso, pois os responsáveis por acatar o relatório da CPI não levaram a denúncia adiante.

Hugo Coimbra

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