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A prefeitura de Curitiba tem obrigação de dar uma resposta convincente para a população sobre essas denúncias de fraude em licitação de radares (Gazeta, 15/3). Se houver irregularidade, que cancele imediatamente o contrato com a Consilux. Outra licitação que deve ser investigada pelo Ministério Público, pelos deputados e pela polícia é referente à contratação de empresas para a operação do sistema de transporte coletivo da capital. O preço da tarifa já aumentou e os ônibus continuam superlotados e antigos. Cadê a melhoria?

Devonir Pereira de Santana

Radares 2

Não é de hoje que todos os curitibanos sabem que há algo estranho na concessão e manutenção dos radares de Curitiba, mas infelizmente é preciso que a mídia nacional exponha essa vergonha para que algo seja feito. Pessoas que recorrem de muitas dessas multas e apresentam pedidos de revogação, recebem um grande "indeferido", sem ao menos ter a certeza de que seu caso foi realmente analisado. Enquanto isso pessoas que recebem troca de favores podem ter suas multas apagadas, conforme a reportagem do Fantástico.

Romulo Santos

Radares 3

As licitações públicas no Brasil, via de regra, são marcadas por flagrantes e absurdos desvios de dinheiro público. As alegações das autoridades de plantão são sempre as mesmas: "que os procedimentos licitatórios foram dentro da legalidade e obedeceram aos ditames legais". Ainda temos muito chão a percorrer para que essas mazelas, invariavelmente oriundas do setor público, sejam sanadas.

Arthur de Lacerda Neto

Radares 4

Sob o pretexto da diminuição dos acidentes e consequente proteção da vida, está camuflada mais uma forma de assaltar o cidadão pagador de impostos, por meio de uma bem engendrada rede de corrupção: radares e lombadas eletrônicas. Estava bem sinalizado, só não via quem não queria, pois a voracidade com que se produziam novos radares em Curitiba era tal, que só podia ser fruto do interesse particular de quem perseguia o lucro fácil. Jamais se pensou na saúde e bem-estar das pessoas!

Marins Ferreira

Conversões à esquerda

Causa espanto que a Urbs continue com essa política de proibir conversões à esquerda em Curitiba. No mundo todo essas conversões são permitidas, com semáforo de três fases ou sinalização adequada. Aqui não temos nem um nem outro. É mais fácil proibir do que educar e jogar mais tráfego nas ruas dos bairros.

Marcela Leão, arquiteta

Atropelamento 1

Sendo o deputado estadual Gilberto Ribeiro passageiro e provavelmente dono do carro que atropelou um adolescente de 14 anos no fim de semana, caberia ao nobre parlamentar, no mínimo, chamar o Siate e aguardar o procedimento normal e ser testemunha do ocorrido.

Adir Geremias Cezar

Atropelamento 2

Temos de acompanhar e cobrar das autoridades que o deputado estadual Gilberto Ribeiro, mesmo tendo foro privilegiado, seja responsabilizado pelos seus atos. Qualquer cidadão já estaria com os dois pés na delegacia se tivesse passado pela mesma situação. Chega de impunidade dos privilegiados.

Alvi Bonde

Fantasmas na Assembleia

Mais uma onda de informações absurdas sobre roubos, nepotismos e estelionato praticados dentro da Assembleia Legislativa do Paraná. Agora, apontadas também pelo Ministério Público. O caso, por exemplo, do filho do jardineiro do ex-presidente da Casa empregado de forma "fantasma", que ganhou em quatro anos perto de R$ 1 milhão, é um dos absurdos.

Paulo César Lugli, economista

Safra interditada

Entendo que os governos estadual e federal devem estudar novos investimentos no Porto de Paranaguá, além de caminhos alternativos de acesso. Há muitos anos fiquei imaginando como seria o deslocamento até Paranaguá caso ocorresse fatos como esses que estão acontecendo no momento.

Celso Luís Lunkes

Chuvas no litoral 1

Precisamos ajudar a mudar a cultura brasileira. Aqueles que sofrem no Brasil com as fortes chuvas são ainda saqueados de seus pertences e explorados pelos maus comerciantes que chegam a vender água a preços absurdos e outros que desviam as doações feitas pelos brasileiros solidários. No Japão observamos que há um respeito em dividir e ajudar aqueles que mais precisam.

Francisco Hirato Nagao, comerciante

Chuvas no litoral 2

É triste ver o governador demorar tanto tempo para ajudar nessa hora emergencial as cidades atingidas no litoral. O candidato de ideias próprias simplesmente disse que iria buscar ajuda federal. Como se o Paraná não tivesse como e imediatamente ajudar seus cidadãos. Isso sim é uma tragédia.

Marildes Tonello

Energia nuclear

Os críticos da energia nuclear já imaginaram o que aconteceria com as barreiras das hidrelétricas em caso de terremotos? Quantas cidades seriam alagadas com o rompimento da barreira de Itaipu, por exemplo? Para cada forma de transformação de energia, a natureza cobra um preço de risco, algumas vezes impagáveis.

Paulo Marcos Gomes Lustoza

Código Florestal

O editorial "Código Florestal" (Gazeta, 14/3) comete uma terrível injustiça contra essa lei e induz o leitor a erros graves. O Código de 1965 não é fruto do regime militar. Ao contrário, foi resultado de um exaustivo trabalho de quatro anos (1961/1964) de cientistas e juristas extremamente respeitados. No comando, o juiz Osny Duarte Pereira, conhecido pelo seu notável conhecimento sobre assuntos do direito florestal, numa época em que ninguém falava nisso. Duarte Pereira foi um dos principais intelectuais da esquerda brasileira da época. Participou ativamente da campanha em defesa da nacionalização do petróleo. Foi perseguido pela ditadura. Muito por mérito dele, o Código Florestal Brasileiro tem a marca do respeito ao bem comum do povo, à função social da propriedade, à superioridade do interesse coletivo sobre o individual. Nós paranaenses, particularmente, deveríamos respeitar a memória de Duarte Pereira, um dos fundadores do Centro Acadêmico Hugo Simas, exemplo de resistência ao regime militar.

Teresa Urban

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