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coluna do leitor – 20/9/2017

Raquel Dodge 1

  • Porleitor@gazetadopovo.com.br
  • 20/09/2017 00:01

Boa sorte para a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge! O que se espera da nova procuradora é que seja zelosa com a ordem publica, e também com os desdobramentos da Lava Jato. Além disso, é de se comemorar o fim da era do espetaculoso Janot, que teve um desastrado mandato, pois deixou o comando da PGR depois de ter ocasionado um grande prejuízo para o país – com nefastas consequências para nossa economia e para as reformas em curso, como a da Previdência – com suas duas denúncias apresentadas no afogadilho e de forma inconsistente contra Temer, com o único objetivo de derrubar o presidente. Oxalá Raquel Dodge sirva à nação com serenidade e competência.

Paulo Panossian

Raquel Dodge 2

Raquel Dodge manteve apenas dois dos dez nomes que trabalhavam com o antecessor, Rodrigo Janot. Prematuro fazermos quaisquer considerações a respeito. Trata-se de procedimento normal de quando há substituição de chefia, dado que são cargos que exigem afinidade e confiança, o que se dá de modo pessoal. Se a ideia é apenas oxigenar o grupo de trabalho ou esfriar as suas ações, só o tempo dirá.

Emilson Coradi

Presidência

Se Jair Bolsonaro melhorar seu discurso, tornando-o menos agressivo, e focar mais na economia, poderá diminuir o índice de rejeição e assumir a liderança. Quanto a Lula, a tendência é aumentar a rejeição ao petista à medida que evoluem os trabalhos da Lava Jato e sua possível condenação em segunda instância.

José Costa

Governo do estado

As velhas e novas oligarquias querem porque querem continuar nos meandros do poder, para continuarem usufruindo do erário sem nenhum pudor. O estado do Paraná está refém desses séquitos políticos familiares, que são verdadeiras alcateias que zelam pelos interesses pessoais e corporativistas, leia-se padrinhos e apadrinhados. No Brasil, há uma verdade imutável: “padrinhos” e “apadrinhados” que comem unidos prevaricam unidos e dormem unidos.

William Munny

Michel Temer

Num momento delicado, constatou-se que Temer transgrediu a Constituição e carece de punição; mas, como é urgente e imprescindível a reforma da Previdência e a continuidade da recuperação econômica, sem que haja um substituto à altura, o melhor é mantê-lo na Presidência até o fim de 2018 e adiar a punição para 2019. É um fato: ruim com ele, muito pior sem ele.

Humberto Schuwartz Soares

Intervenção militar 1

Boa a matéria “Há chance real de uma intervenção militar no Brasil?”. Aclaradora. As Forças Armadas estão sob o domínio, em especial, do atual sistema judiciário, muito embora o Legislativo e o próprio Executivo também possam acioná-las. Tolos têm convidado membros das Forças Armadas para discursar em seu benefício, mas tudo não passa de propaganda barata, de uma boçal tentativa de corromper o Judiciário a aplicar penas político-partidárias, em vez de legais.

Iran Toledo

Intervenção militar 2

O último ex-comandante do Exército, general Enzo, junto a mais sete generais, estão respondendo por corrupção; no último dia 6, oficiais foram condenados por desvio de recursos públicos em obras de um quartel em Campina Grande (PB); e há gente pedindo intervenção militar! Uma classe que não resolve nem sequer a corrupção na caserna está querendo resolver o cenário político? Obrigado, mas não quero; eu prefiro a via democrática. Graças à democracia nós podemos ao menos ter acesso às informações sobre corrupção, bem como saber o que se passa no mundo político.

Alisson de Moura Ramos

Progresso econômico

Bom o editorial “O entrave do progresso”. A solução para a diminuição da pobreza é crescimento econômico, e este não será obtido através do modelo estatal de crescimento. O Estado é um simples arrecadador de dinheiro. Mais nada. Não sabe investir, nem executar; ou faz mal, ou faz com corrupção e por interesses, não com intuito de retorno econômico ou de geração de riquezas. Por isso, devemos primeiro corrigir o rumo moral e ético do pais, e atrair investimentos externos, com segurança jurídica. Se não pensarmos assim, continuaremos no caos.

Sidnei Guerreiro da Silva

Copel

Normalmente, quando se fala de privatização de uma estatal, chovem críticas de pessoas contrárias. Poucos se manifestam a favor, até porque o corporativismo dos interesses é muito maior. Sou favorável à privatização, não por interesse econômico ou comercial. É para melhorar a companhia mesmo. Como usuário (cliente), toda vez que preciso de um serviço, geralmente sou mal atendido por um funcionário público que, ao passar no concurso, entra na empresa para maltratar seu semelhante.

João Drosdek

Taís Araújo

A comunidade LGBT está instalada nos meios de comunicação e impõe a sua agenda progressista de desconstrução da família. Não sei se é o caso de Taís Araújo, mas acredito que ela possa estar com medo de sofrer represálias por ter uma filha como a da maioria. Se os colegas de trabalho dela descobrirem isso, podem acusá-la de inúmeras coisas. O post da Taís no Facebook foi de uma mãe se desculpando, uma mãe preocupada não com a segurança da filha – esta, sim, perfeitamente normal –, mas com a sua carreira e sua imagem perante os colegas de profissão. Uma pessoa normal não precisa se justificar se seu filho brinca de carrinho ou se a filha brinca de boneca.

Alex Fox

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