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Parabéns à Gazeta do Povo pelo extraordinário suplemento de 24/8 sobre o Rio Belém. Isso mostra a grandeza deste jornal que se preocupa com o meio ambiente. Em 2003, fiz uma especialização em gestão ambiental, visitei todos os rios de Curitiba e constatei a preocupante situação em que absolutamente todos se encontram. Gostaria que a Gazeta do Povo fizesse outro suplemento mostrando a situação dos demais rios de Curitiba. Quem sabe dessa maneira a prefeitura, o governo do estado, através da Sanepar, e também a população se conscientizem da gravidade se não recuperarmos os nossos rios o mais rápido possível? Moro próximo a um rio (Areãozinho) e vejo pessoas jogarem lixo na margem e mesmo dentro do rio. Isso é triste e vergonhoso.

Marcionilio Antonio Machado, aeroportuárioCuritiba – PR

Opinião

Lendo a Coluna do Leitor de 19/8, encontrei manifestações sobre diversos temas, mas todas tinham algo em comum: o bom senso e a inteligência. É sempre agradável ler a opinião de pessoas equilibradas e sensatas.

Odenir A. de Paula, gráficoCuritiba – PR

Trânsito e multa

Os senhores Ricardo Costa e Álvaro Pereira fizeram um apelo, nesta coluna no início de agosto, aos órgãos ligados à Prefeitura de Curitiba para que se organizasse melhor o trânsito na Rua Carlos Pioli, entre Nilo Peçanha e Mateus Leme, e levantaram a necessidade de uma atuação mais firme e disciplinar neste local. Com um supermercado, mais faculdade e colégios próximos, atravessar essa via torna-se uma temeridade. Eu sou moradora desta rua e devo relatar que já solicitei muitas vezes auxílio em nome da comunidade, mas nada aconteceu que mudasse a situação. Em determinados horários é impossível sair ou chegar em casa. O trânsito é péssimo e perigoso. Em 10/8, a Diretran respondeu que intensificaria a fiscalização e a segurança no trânsito neste local. Organizar o trânsito, nem pensar. Eu mesma, que conheço até os segundos do sinaleiro, levei uma multa: estar sem cinto, bem no dia do meu aniversário 8/8. Só que estava ausente nesta data e neste horário.

Elinor Eschholz Ribeiro, professora universitáriaCuritiba – PR

Linha Verde

" A Linha Verde, que vai substituir a BR no trecho de Curitiba, está melhor em propaganda do que em construção e em melhoras do tráfego. Quem usa, passa ou anda por este trecho, sabe."

Vitor Mattar França Junior, administradorCuritiba – PR

Ministério Público 1

Fiquei espantado com o fato de apenas um deputado estadual se manifestar publicamente contra a absurda proposta de lei, filha de pai desconhecido, que tenta limitar o poder do Ministério Público. Eu, sinceramente, acreditava que havia um pouco mais de pessoas sérias na Assembléia Legislativa, apesar das evidências.

João Augusto Moliani, professor universitárioCuritiba – PR

Ministério Público 2

Que vergonha, sr. governador, tirar o poder do Ministério Público. Espero que os deputados não esqueçam da próxima eleição. Isto é tudo de ruim para a democracia.

Iria M.KockannyCuritiba – PR

Ministério Público 3

A restrição à ação do Ministério Público implica diretamente no retrocesso político da democracia em nosso país. Atos inquisitivos como esse surgem em um momento em que os poderes constituídos demonstram claramente a vontade de se instituir um sistema neo-feudalista, em que a classe dominante cria mecanismos para ofuscar e restringir a transparência da administração pública.

Paulo AbrahãoCuritiba – PR

Lavagem

De acordo com o artigo 11 da Lei 9.613, de 3/3/1998, determinados saques e até o nome de quem sacou devem ser comunicados ao Coaf. No entanto, o advogado que defende o Banco Rural e seus dirigentes, dia 22/8/07, no Supremo Tribunal Federal, confirmou que aquela instituição registrou os saques como tendo sido feitos pelas próprias emitentes dos cheques (DNA e SPMB, de Marcos Valério) e não individualizando os reais recebedores e efetivos destinatários. Portanto, houve falsidade ideológica e descumprimento da norma, cabendo também ao Bacen adotar providências no caso.

Edivan Batista Carvalho, aposentadoBrasília – DF

Combustíveis

No fim de semana passado, passei por Contenda e encontrei postos vendendo álcool a R$ 1,04 o litro, sendo que em Curitiba, em média, o litro está a R$ 1,30. Será que os postos da cidade de Contenda não fazem parte do cartel? Ou o álcool deles é de batata?

Luiz ChimenesCuritiba – PR

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