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Coluna do leitor

Ruas sem saída 1

  • Porleitor@gazetadopovo.com.br
  • 22/07/2013 21:03

Mídias Sociais

Papa Francisco

"Seja bem-vindo, papa Francisco, e traga consigo toda a paz de que o Brasil precisa."

Rosemary Soares Brito, via Facebook, sobre a chegada do papa Francisco ao Brasil.

Concursos

"Até que enfim acabaram com o dinheiro fácil do cadastro reserva! Ficha limpa é uma boa também, mas deveria ser aplicada inclusive aos cargos em comissão."

Alan Rocha dos Santos, via Facebook, sobre as alterações em concursos públicos.

Professores

"Poderiam perguntar também quem quer apanhar de aluno, ouvir desaforo de pais, ter síndome do pânico e ser ameaçado. Ficaria mais fácil entender por que ninguém quer ser professor."

Raquel Machado, via Facebook, comentando o alto índice de desistência nos cursos de licenciatura.

Ruas sem saída

"Alguém aqui sabe o que é uma rua sem saída? E o intuito dela? Justamente a diminuição do trânsito, dando preferência aos moradores e pedestres!"

Julia Varaschin, via Facebook, sobre as ruas fechadas em Curitiba (Gazeta, 22/7).

Temporal

"Se as podas fossem feitas corretamente e com mais frequên­cia, esses acidentes não aconteceriam."

Augusto dos Santos, via Facebook, sobre os estragos causados pela chuva em Curitiba no último fim de semana.

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Mesmo estando bem longe dos casos mostrados na reportagem (Gazeta, 22/7), acredito que quem é favorável a abrir certas ruas – principalmente levando-se em conta o grau de desenvolvimento da cidade – ou é tolo ou está a serviço de empresários gananciosos. É óbvio que a cidade deve ser preservada do movimento de carros, que tende a aumentar sempre, como um buraco negro a engolir a paz do contribuinte. Os ricos, é claro, vivem isolados, em coberturas herméticas de fácil acesso.

Celso Rogerio Andretta

Ruas sem saída 2

Não há algumas, mas dezenas de ruas interrompidas desnecessariamente em Curitiba, todas fazendo o trânsito convergir para as principais ruas e, consequentemente, aumentando o caos muito bem conhecido pela população. Se houvesse em Curitiba algo como um Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano – desde que fosse um órgão sério, e não um cabideiro de empregos – a situação seria outra.

Nelson Rogerio Bilobran

Reforma política

Admiro a capacidade, brasilidade e competência de Cristovam Buarque quando se trata de assuntos que dizem respeito a todos nós, como educação e política. Em seu artigo (Gazeta, 19/7), o senador defende que o momento exige mais que reforma, mais até que revolução: a invenção de uma nova forma de fazer política, com novos objetivos para um tipo alternativo de economia e sociedade. Mas, para mim, o que precisamos é apenas de uma palavra, tão dita e gasta: honestidade.

José A. Bilek, professor

Vandalismo 1

O professor Belmiro Valverde, em seu artigo "Ingenuidade de muitos e esperteza de poucos" (Gazeta, 21/7), espelhou, de forma desassombrada e com maestria, a indignação da maioria silenciosa da população brasileira, que assiste estarrecida às desordens, depredações e saques promovidos por grupos infiltrados nas manifestações públicas pacíficas, brindando-nos com uma aula sobre direitos e deveres da cidadania.

Donatílio Becker

Vandalismo 2

Absolutamente correta a posição defendida pelo professor Belmiro Valverde sobre a atuação das várias forças estaduais diante dos casos de vandalismo praticados durante as passeatas populares, de resto pacíficas. É doloroso observar a inércia das forças policiais enquanto marginais depredam e roubam às claras, sejam lojas, bancos ou bens públicos. Com os meios de detecção à sua disposição, não é difícil cercar grupos de baderneiros ao primeiro sinal. Só assim aprenderão a respeitar o bem alheio.

Geert J. Prange, Paranaguá – PR

Funcionalismo

Deveriam fazer um levantamento para verificar a real necessidade de tantos comissionados e depois "limpar a casa". Os que sobrarem têm de mostrar serviço, senão devem ir para a rua. Com raras exceções, tem gente demais para serviço de menos. Hoje a pessoa passa em um concurso e se acomoda por causa da estabilidade. Vai empurrando com a barriga até se aposentar com todas as vantagens que conhecemos e outras que desconhecemos totalmente.

João Henrique Dittmar Filho

Penas alternativas

De que adianta o governo federal querer criar milhares de vagas em presídios, que sabemos não ressocializar ninguém? Por que não adotar penas alternativas para certos crimes? Muitos jovens são réus primários e, por cometerem algum delito, acabam em um presídio, saindo depois como "doutores do crime". O melhor seria que trabalhassem para a comunidade, produzindo e se valorizando como pessoa. Cabe aos magistrados repensar as sentenças e, ao governo, construir mais escolas, remunerar melhor os professores e policiais.

Felix Miguel Lahud

Saúde pública

É impressionante o cinismo do PT na questão da saúde. No poder há dez anos, o governo vem mantendo de maneira precária o sistema de saúde. A população, cansada de pedir e não perceber nenhuma melhora, passou a exigir seus direitos. Pego de surpresa, o PT não teve nenhum escrúpulo em jogar a culpa nos médicos, que viraram os vilões da saúde. Pior, não ouve a classe médica, que tem outras sugestões que, com certeza, poderiam levar a melhores resultados.

Beatriz Juliana Corrêa Dallagnol

Remédios

Como médico psiquiatra, sinto vergonha ao perceber que a minha especialidade se rendeu aos interesses econômicos da indústria farmacêutica, como a Gazeta do Povo mostrou na matéria "Mentes à base de remédio" (Gazeta, 21/7). No ano passado, até lancei um livro sobre o assunto. A sociedade tem de reagir contra essa realidade, e a matéria é um bom ponto de partida para isso.

José Elias Aiex Neto, Foz do Iguaçu – PR

Professores

A questão não é apenas salarial, mas de valorização social. Os professores sofrem pressão por parte dos alunos, pais, secretarias de Educação e diretores, tendo de tolerar todo tipo de situações intimidadoras – para não dizer ameaças veladas. A arbitrariedade é total, e o professor virou refém da sua escolha profissional, não tendo voz ativa para nenhum tipo de questionamento. A única saída é deixar a profissão e procurar outra que garanta algum reconhecimento social e satisfação pessoal.

Agenor Carvalho

Salários 1

Sobre a reportagem "Remuneração de prefeitos não tem relação com o tamanho da cidade" (Gazeta, 20/7), é uma questão de proporcionalidade e coerência levar em conta o tamanho e arrecadação dos municípios. Não podemos desconsiderar as atribuições e responsabilidades aliadas à unicidade do cargo.

Renato dos Santos Taborda

Salários 2

Lendo a reportagem sobre os salários dos prefeitos, constatei que não foi citado o município de Quatro Barras, onde a população é de aproximadamente 20 mil habitantes e o subsídio do prefeito é de R$ 18 mil, um verdadeiro absurdo!

Ronaldo Chilanti

Protestos

A presidente Dilma não entendeu os protestos do povo nas ruas. A população quer saúde, segurança, educação. As pessoas estão cansadas de politicagem e querem mudanças. Chega de deixar os projetos bons para a população ficarem engavetados por anos para só saírem em época de eleição!

Arivonil Banack

Concursos

O projeto em pauta para mudar as regras dos concursos públicos (Gazeta, 21/7) é bom, mas, com a justificativa de evitar a proliferação de concursos públicos, faz exatamente o inverso, ao permitir a cobrança da taxa de inscrição pelas empresas selecionadoras. Nesses concursos não há nenhuma prestação de serviço aos candidatos, mas sim aos órgãos públicos. Os bancos foram proibidos de cobrar a taxa de cadastro pelo mesmo motivo. Dilma, Renan, Alves e companhia aprovam essas maracutaias e depois acham estranho que a população saia às ruas para reclamar.

Leôncio Saraiva Madruga

Médicos

Nossa presidente Dilma quer importar médicos. Acho válido desde que venham comprometidos em atender a classe mais carente, e que as pessoas não morram mais em postos de saúde sem atendimento. E, já que estamos importando profissionais, por que não importar políticos honestos? Como qualquer empresa busca no mercado pessoas com capacidade e aptas a exercer seus cargos, poderíamos ter em nossa política japoneses, alemães, ucranianos e outros mais.

Eufrem Lapuinka, contabilista

Estradas

Levei quatro horas de Pontal do Paraná até Joinville. Só nos últimos 10 km, passei uma hora e meia dentro de Garuva. Simplesmente não se chegava até a rodovia. A fila sentido Sul-Norte, que estava parada em Garuva, passava do viaduto de Pirabeiraba. Até quando continuarão as obras em Garuva? Até a Copa de 2018?

Marcos Fernando Dauner

Bosque Gomm

A síndrome das construções destrutivas agora tem projeto para destruir parte do Bosque dos Gomm. Ainda bem que há reação por parte da população. Espero que o prefeito Gustavo Fruet seja coerente com a manutenção da área verde, vetando essa tentativa.

Trajano Gracia Neto

Calçadas

As calçadas de Curitiba estão tomadas não apenas por mesas de barzinhos, mas por cercas que reduzem significativamente o espaço para o pedestre. E as construtoras que colocam seus escritórios de vendas, às vezes mausoléus, invadindo a calçada na frente do empreendimento, deixando apenas uma estreita trilha para quem passa a pé? Muito pior que o bloqueio de ruas é o bloqueio de calçadas.

Alvaro Antunes

Animais de estimação

Tenho vários animais de estimação: pássaros, peixe e quatro cães; e afirmo com orgulho que são meus filhos. Eles proporcionam muitas alegrias e arrancam um sorriso de graça em dias de tristeza e saudade de quem se foi, sendo a melhor de todas as terapias! Afinal, eles só têm a nós e esperam o dia todo por nosso retorno. Animais de estimação acompanham os meus passos e os seus corações vibram ao escutar minha voz, chamando-os pelo nome.

Maria Izabel Gabardo, médica veterinária

Vinil

Sobre a matéria "Discos à moda da casa" (Gazeta, 20/7), lamentavelmente ninguém se lembrou dos discos de vinil gospel dos anos 60, 70 e 80. Foram centenas de lançamentos que até hoje muitas pessoas curtem ouvir. Alguns até foram remasterizados e colocados à venda na forma de CDs em livrarias evangélicas.

Natanael Machado

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