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Coluna do leitor

Transporte coletivo 1

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  • 07/01/2015 21:03

Mídias sociais

Futebol

"Sempre fui a favor da união das diretorias a fim de fortalecer o futebol do nosso estado. As intrigas devem ficar restritas à torcida. Espero que encontrem uma solução e que nosso futebol se levante."

Paulo Henrique de Farias, via Facebook, sobre a aproximação dos presidentes dos clubes de futebol de Curitiba.

Greve de ônibus

"Não estão respeitando os direitos dos motoristas e cobradores. Pena que os trabalhadores tenham de fazer nova greve para que, então, os problemas deles sejam resolvidos."

Abilio Prestes, via Facebook, na matéria sobre a possibilidade de greve no transporte coletivo de Curitiba.

Cobrança em Bombinhas

"Se o valor cobrado realmente for destinado à recuperação e manutenção do ambiente natural, que é explorado pelos turistas, a medida está correta."

Eduardo Leardini Alves, via Facebook, sobre a cobrança para se entrar em Bombinhas (SC).

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A briga pelo subsídio no transporte público da capital não deveria ser tão grande assim (Gazeta, 7/1). Imagine o quanto os usuários vindos da RMC e os de Curitiba geram em impostos, taxas, contribuições, entre outros, para a prefeitura de Curitiba e para o governo do Paraná, diariamente. O tal do subsídio talvez seja 1%, ou menos, da arrecadação mensal. Luciano Wachholz

Transporte coletivo 2

Incompetência. Só essa palavra para descrever a situação. Os governantes não conseguem planejar e administrar. Se fossem funcionários da área privada, já teriam sido demitidos por incapacidade administrativa. Não conseguem pensar em nada, a não ser em aumentar impostos devido à péssima administração das contas públicas. Não pensam em mobilidade urbana e meios para viabilizá-la. Por que não aproveitam os espaços em ônibus e terminais para a publicidade? Seria uma forma para conseguir recursos, sem precisar aumentar as tarifas. Edison Shimamura

Transporte coletivo 3

É evidente que as empresas têm interesse em culpar o poder público pelo imbróglio. Afinal, ninguém toca em suas margens de lucro. É muito interessante, do ponto de vista estratégico, jogar motoristas e cobradores contra a população. Guilherme Allan de Carvalho Ribeiro

Atentado em Paris 1

O ataque em Paris – de um grupo radical contra a revista francesa Charlie Hebdo – deixou o mundo todo perplexo e resultou na morte de 12 pessoas. É um crime contra a humanidade, uma tragédia para o jornalismo mundial e mais um atentado contra a liberdade de expressão. Edgard Gobbi, Campinas – SP

Atentado em Paris 2

O terrorismo é abominável. Pessoas inocentes perderam a vida em Paris. Famílias estão inconsoláveis. Qualquer tipo de fanatismo é incompreensível. Que Deus abençoe aqueles que estão sofrendo neste momento. Muito triste.

Lourdes S. ArriolaAtentado em Paris 3

Todas as religiões têm sido alvo de piadas e charges, sem que ninguém tenha matado por causa disso. O problema é que os muçulmanos radicais não aceitam brincadeiras com a religião deles. Seus princípios são levados a ferro e fogo. Por que, então, mexer com eles?

Luiz Rapio, Rio de Janeiro – RJ

Arcebispo 1

Alvissareira notícia: a Arquidiocese de Curitiba tem novo pastor, dom José Antônio Peruzzo. Curitiba é sede episcopal desde 30 de setembro de 1894, quando se deu a posse do seu primeiro bispo, dom José de Camargo Barros. Em sucessão, passaram por Curitiba os seguintes bispos: Duarte Leopoldo e Silva, João Francisco Braga, Ático Eusébio da Rocha, Manoel da Silveira D'Elboux, Pedro Fedalto, Moacir José Vitti e, agora, o recém-escolhido. Curitiba foi elevada a arquidiocese em 10 de maio de 1926.

Benedicto Bueno

Arcebispo 2

Que Deus o ilumine, dom José Antônio Peruzzo, para que as bênçãos salvíficas recaiam sobre o rebanho cristão em nossa arquidiocese.

Irineu Q. Santos

Limpeza pública

Quanto aos trabalhadores, não há o que se falar. Mas, quanto à prefeitura e à empresa responsável, faço uma pergunta: por que caiu tanto a qualidade da limpeza pública em Curitiba? É só andar pelos bairros, fora do anel central, para ver o lixo tomando conta de calçadas, meios-fios, canteiros centrais etc. Também não há um trabalho regular de roçada do mato, que cresce nas praças e jardinetes da cidade. Curitiba já foi melhor nisso.

Ederson Zabarskas

Generosidade

Diante de tantas iniquidades de que tomamos conhecimento, é animador pensar que a generosidade ainda faz parte deste mundo, conforme destaca a matéria "Cafeteria estimula atos anônimos de generosidade", do suplemento The New York Times (Gazeta, 6/1). Saber que tantas pessoas ainda pensam nos que não têm a mesma sorte que elas é alentador e cada vez mais nos deixa esperançosos. Difícil encontrar aqui ainda esse espírito. Mas comecemos por dizer um bom-dia aos nossos garis e veremos a resposta num sorriso, que nos dará alegria para o resto do dia. Iara Maria Malim

Contas públicas

Chegamos ao ponto em que o povo está – mais do que nunca – pagando por tudo. A pergunta que faço é: qual será a parcela de contribuição da classe política para baixar as despesas? Quais serão as medidas a serem adotadas tanto pelo governo estadual quanto pelo federal para contenção de despesas?

Ezequiel Lazaro Batista Viana

Salários dos parlamentares

No apagar das luzes de 2014, os excelentíssimos representantes do povo aprovaram um aumento de 26,5% em seus "parcos" salários. Enquanto isso, nós, aposentados, teremos um reajuste de 5,3% – a partir de janeiro de 2015 e que receberemos somente em fevereiro.

Gilberto Hellmuth Meissner

Faltas dos deputados estaduais

Por muito menos um trabalhador da iniciativa privada estaria demitido por justa causa. É por atitudes como essas que o cidadão honesto fica enojado com os políticos.

André Renato Wenglarek

Parto normal

Talvez eu seja o obstetra mais antigo e experimentado ainda em atividade em Curitiba. Tive a satisfação de formar algumas gerações de profissionais na arte do atendimento às gestantes e ao parto. Fico entristecido de saber que a obstetrícia se resumiu em fazer cesáreas, o que vem despertando um movimento revanchista. Não sou fanático pelo parto normal, tampouco pela cesariana. Sou a favor do que é correto, não esquecendo que a gestante ou a parturiente tem todo o direito de escolher qual o melhor caminho para ela. O tão falado partograma é obrigatório, mesmo que a paciente seja submetida à operação cesárea a pedido: basta justificar. Hospitais e maternidades deverão ter a equipe completa para dar suporte ao atendimento. Os obstetras devem estar organizados em esquemas de plantão, para que não faltem auxiliares de parto ou, em caso de emergência, possam executar o parto. Aliás, parto é sempre uma emergência. Cidades com trânsito engarrafado, dificuldades burocráticas na admissão das parturientes, falta de vagas nos hospitais são fatores que contribuem para "neurotizar" a parturiente e o seu acompanhante num dos momentos mais importantes das suas vidas. O assunto não é tão simples como parece e merece ser muito mais discutido.

Bruno Maurizio Grillo, presidente da Academia Paranaense de Medicina e professor de obstetrícia da Universidade Federal do Paraná.

Metrô 1

As cidades que contam com metrô já o implantaram há tempos. Ainda eram de porte médio e tinham um planejamento voltado para futuras expansões, sem maiores intervenções urbanas. Em Curitiba, após entrar em operação, nosso BRT deixou de ser atualizado em tecnologia e expansão de linhas. Pensar em metrô, nas circunstancias atuais da cidade, é um absurdo. Isso tanto pelo valor exigido, que o tornará economicamente inviável, quanto pelas obras de grande porte, que atormentarão a cidade por anos a fio. Todos sabem que o subsolo de Curitiba é cortado por muitos cursos de água, o que dificulta qualquer trabalho subterrâneo, ainda mais desse porte. De mais a mais, apenas uma linha, seguindo o traçado do atual ônibus expresso, não vai ajudar, pois não tem nenhuma capilaridade. Que seja evitado o incômodo e a pesada dívida que a prefeitura poderá assumir. Os recursos disponíveis devem ser aplicados na modernização do transporte de superfície e a interligação inteligente de todas as regiões da cidade.

Álvaro José Junqueira Nunes

Metrô 2

A dificuldade de estrutura do solo da cidade já seria uma das razões para não implantar esse sistema de transporte em Curitiba. Temos a falta de interesse dos políticos, que travam tudo o que puderem, e ainda a falta de outras alternativas por interesse, como o metrô aéreo sobre as vias principais e linhas da estrada de ferro. Estou convicto de que jamais esse transporte subterrâneo se instalará em nossa cidade.

Paulo Roberto Prestes

Estatuto da Família 1

Texto racional o de Paulo Tominaga (Gazeta, 6/1). Começa explicando por que é importante reconhecer a origem e importância da discussão. Também deixa claro qual é o principal ganho com o "Estatuto da Família": discussão do tema para crescimento e reconhecimento da verdade. Não recorre a falácias para manipular o pensamento e respeita as diferenças. O texto reconhece também que a importância de cada situação é diferente. E ainda convida o leitor a se aprofundar na opinião.

Paulo Cesar Starke Junior

Estatuto da Família 2

Quem estabelece os requisitos para a configuração de família – à qual, temerosa e inutilmente, a Constituição chamou também de "entidade familiar" – é o legislador ordinário, desde que não ofenda as normas constitucionais. No Brasil, temos um texto constitucional que caracteriza a família de modo plural, admitindo que seja formada de vários modos. Essa ideia foi ampliada pelo STF para abarcar inclusive o denominado "casamento" homoafetivo. Demais disso, o legislador segue – porque representa – as convicções socialmente majoritárias. Portanto, não há razão para o Estatuto da Família pretender restringir o que a sociedade, majoritariamente, já ampliou e, muito menos, diferenciar, eufemisticamente, a família das "relações de mero afeto". Também não há razão para qualquer outro nome que pretenda esconder o reconhecimento social e jurídico que já existe, como família, para tais grupos. A propósito, o Brasil não precisa de mais códigos ou estatutos, bastando alterações pontuais, práticas e efetivas, na legislação existente.

Sérgio Seleme, professor de Família na PUCPR e Mestre em Direito Civil pela UFPR

Cobrança em Bombinhas 1

A liberdade de locomoção é um desdobramento do direito de liberdade e não pode ser restringido de forma arbitrária pelo Estado. Para que haja essa privação, deve-se respeitar o devido processo legal. Esse é um princípio explícito na Constituição Federal, cujo objetivo é criar procedimentos para as relações jurídicas e oferecer aos governados uma segurança jurídica quanto aos seus direitos (Art. 5º, LIV). A privação desta liberdade deve se dar por ordem escrita e fundamentada (Art. 93, IX, CF).

Luiz Felix da Silva Junior

Cobrança em Bombinhas 2

Muito justo, desde que o tributo seja utilizado de forma eficiente. Ano passado, durante o réveillon, faltou água, acumulou lixo e encontramos esgoto ao céu aberto. Se os problemas forem eliminados, sou totalmente a favor.

Cesar Horning

Cobrança em Bombinhas 3

A cobrança é justa, mas as motivações são torpes. É preciso preservar, assim como arcar com os custos do aumento populacional durante a temporada. Por outro lado, todos sabemos que os recursos não serão aplicados. Tenho minhas dúvidas se a taxa terá seus recursos aplicados na preservação local. O mais provável é mais construção e derrubada de áreas de reserva.

Alex Back

Tremor de terra

A característica do solo dos arredores de Curitiba e alguns municípios vizinhos é propícia a esses fenômenos. O que pode favorecer a aceleração desse processo é a retirada de água do subsolo ou sua perda, e as extrações minerais em larga escala. A terceira hipótese seria de atividade vulcânica, o que é muito improvável pela característica geológica da região de Tunas do Paraná.

Edson Lincoln Florscuk

Extintor

Por que nos Estados Unidos, na Europa, no Japão e em tantos outros países não há exigência legal de extintor de incêndio em automóveis? Quanto se gasta no Brasil com essa exigência absurda de extintor em automóvel? Quem ganha com isso? Qual a real efetividade disso na prevenção de consequências de acidentes? Quanto fatura o conjunto dos fabricantes desses equipamentos? Quem inventou essa lei, quem votou, quem sancionou? Será que alguém "levou algum"? Em que países existe tal exigência?

Pedro M. Piccoli

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