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Em fase final de estudos, concessão do Parque Estadual do Guartelá divide opiniões
Parque Estadual do Guartelá fica localizado em Tibagi, nos Campos Gerais| Foto: Denis Ferreira Netto/SEDEST

Interessados em participar da concorrência pública de concessão do Parque Estadual do Guartelá, nos Campos Gerais, já podem acessar o edital IAT nº 08/2021, publicado nesta semana (22). O edital traz as regras de contratação e exploração dos serviços de turismo sustentável na região do cânion do Guartelá por um período de trinta anos.

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Deve vencer a licitação a empresa ou consórcio de empresas que oferecer maior oferta de percentual de outorga ao estado. Na licitação do parque de Vila Velha, por exemplo, ocorrida em 2019, a Eco Parques do Brasil S/A ganhou a disputa oferecendo o repasse de 15,20% da receita bruta operacional ao estado em troca da exploração comercial do espaço.

O valor estimado de investimentos a serem feitos durante o prazo de concessão do Guartelá é de R$ 11,7 milhões. Entre as obrigações, a concessionária vencedora deverá prestar serviços de transporte interno; alimentação; gestão do Centro de Visitantes e da Loja de Conveniência; além do monitoramento do uso público nas trilhas e atrativos e manutenção das estruturas na área de concessão. O projeto prevê atrativos como caminhadas por trilhas, observação de pássaros, fotografia da natureza, passeios noturnos, e diversas outras possibilidades de ecoturismo.

A abertura da licitação ocorrerá em sessão pública no dia 18 de janeiro de 2022. O edital e seus anexos, as informações, estudos e projetos estão disponíveis nos sites www.iat.gov.br, www.parcerias.pr.gov.br e www.administracao.pr.gov.br.

Sobre o Parque Estadual do Guartelá

O parque foi criado em março de 1992 e implantado em 1997, protegendo uma área de rico patrimônio natural e arqueológico da região do cânion do Rio Iapó. A grande atração é a beleza natural do 6º maior cânion do planeta em extensão, o “Cânion do Rio Iapó”, recortado por rios, córregos e cachoeiras. Há ainda pinturas rupestres de cerca de 7.000 anos deixadas em rochas e lapas por indígenas, primeiros habitantes da região.

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