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Amazonas

Atentado contra campanha de Wilson Lima deixa PM ferido em Manaus

Winson Lima
O ataque contra a equipe de Wilson Lima, candidato ao Senado, ocorreu no bairro Novo Israel, na zona norte da capital, durante a preparação de um comício da Federação União Progressista (Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados)

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Um atentado a tiros contra integrantes da campanha do ex-governador Wilson Lima (União Brasil), candidato ao Senado pelo Amazonas, deixou um capitão da Polícia Militar ferido na noite de quinta-feira (3), em Manaus. Dois suspeitos acabaram presos horas depois.

O ataque ocorreu no bairro Novo Israel, na zona norte da capital, durante a preparação de um comício da Federação União Progressista.

O capitão Israel Queiroz atuava na segurança do evento quando dois homens passaram de motocicleta e fizeram disparos. Um tiro atingiu de raspão a perna do policial.

A equipe médica encaminhou o capitão ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto.

O ferimento não apresentou gravidade, segundo as informações divulgadas após o atendimento.

A agenda reuniria Wilson Lima e o governador Roberto Cidade (União Brasil), candidato à reeleição. A presença de Wilson Lima no local não estava confirmada no momento do ataque.

Segundo informações preliminares da área de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), os investigadores trabalham com a hipótese de que Wilson Lima fosse o alvo do atentado.

A polícia ainda apura a motivação e a eventual relação dos suspeitos com a ação contra a campanha.

Polícia prende dois suspeitos

Após os disparos, equipes da Polícia Militar receberam uma denúncia sobre dois homens que estariam escondidos em uma casa na Comunidade Celebridade, também na zona norte de Manaus. Os policiais foram até o endereço e prenderam a dupla.

A polícia apreendeu três pistolas e porções de drogas durante a operação. Os dois homens seguiram para o 6º Distrito Integrado de Polícia, onde o caso será investigado.

Wilson Lima afirmou, após o ataque, que o episódio representa mais um capítulo das ameaças que, segundo ele, recebe de integrantes do crime organizado.

Cerca de uma semana antes, circulou em grupos de WhatsApp uma mensagem atribuída a uma organização criminosa com ameaças contra pessoas que apoiassem sua candidatura.

A polícia ainda não confirmou a autoria da mensagem nem uma eventual ligação entre as ameaças e o atentado.

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