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Novas informações

Navio grego Bouboulina passou pelo litoral da Paraíba em julho

No Lago Maracaibo, ave coberta por petróleo tenta voar, mas não consegue.
Geólogos, engenheiros e químicos dizem que óleo do tipo extra-pesado é o mais prejudicial ao meio ambiente. (Foto: Yuri Cortez/AFP)

Relatórios de uma agência de geointeligência fornecidos ao G1, revelam novas informações sobre o petroleiro grego Bouboulina - suspeito de derramar óleo nas praias do Nordeste brasileiro. O navio carregou 1 milhão de barris de petróleo cru tipo Merey 16 (uma mistura de óleo extra-pesado com vários diluentes) do Porto de José, na Venezuela, em 15 de julho. No final do mesmo mês, a embarcação passou pelo litoral da Paraíba. De propriedade da Delta Tankers, Bouboulina motivou a Polícia Federal a realizar, nesta sexta-feira (1º), a operação Mácula. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Rio de Janeiro em representantes da empresa.

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