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Cirurgia de Bolsonaro termina e hospital divulga novo boletim médico

Procedimento para tratar dores no ombro direito ocorreu conforme esperado, informa equipe médica.
Procedimento para tratar dores no ombro direito ocorreu conforme esperado, informa equipe médica. (Foto: Andre Borges/EFE)

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A cirurgia no ombro direito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminou e foi bem-sucedida, sem qualquer complicação. A informação é do boletim médico divulgado nesta sexta-feira (1º) pelo hospital DF Star.

"O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro foi submetido a cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita, sem intercorrências. No momento encontra-se internado em unidade de internação para controle de dor e observação clínica", diz o boletim, assinado pelo ortopedista Alexandre Paniago, pelos cardiologistas Brasil Caiado e Leandro Echenique, pelo cirurgião-geral Claudio Birolini e pelo diretor-geral do DF Star, Alisson Borges. O ex-presidente seguirá para um quarto do hospital.

O manguito rotador é um grupo de músculos e tendões que estabilizam as articulações do ombro. Logo após a alta de Bolsonaro que o levou à prisão domiciliar humanitária temporária, Brasil Caiado revelou que o ex-presidente vinha se queixando de dores no ombro. A equipe médica aproveitou a internação para fazer uma ressonância magnética que comprovou a lesão no local. Uma das possíveis causas é a queda sofrida durante sua custódia no Complexo da Papuda.

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Moraes levou uma semana para autorizar procedimento, mesmo com aval de Gonet

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes levou uma semana para autorizar o procedimento, passando na frente uma solicitação para manutenção no elevador da casa de Bolsonaro. O pedido já estava pronto para julgamento desde a última sexta-feira (24), com o parecer favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

A autorização veio nesta quinta-feira (30), mas só apareceu nos autos quando o ex-presidente já estava internado. Com isso, a imprensa não conseguiu registrar a transferência da prisão domiciliar para o hospital.

Moraes tem endurecido as medidas para impedir filmagens no local. Atualmente, qualquer drone que se aproxime a menos de um quilômetro da residência pode ser abatido pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), e o controlador pode ser preso em flagrante pelo crime de atentado contra a segurança de transporte marítimo, fluvial ou aéreo.

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