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Apuração em andamento
O ministro Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes acusou nesta segunda-feira (14) o ministro André Mendonça de montar uma "farsa" contra ele para promover uma "vingança" em nome de "aliados" que tentaram viabilizara suposta tentativa de golpe de Estado.
“Apesar da farsa montada e divulgada, não existe absolutamente nada e todos sabem a motivação político-eleitoral dessas criminosas mentiras. Vingança. Está muito clara a tentativa de vingança dos aliados daqueles que tentaram acabar com a Democracia e o Estado de Direito e foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal”, disse.
Moraes encaminhou ao presidente da Corte, Edson Fachin, um documento de 121 tópicos no qual classifica como "duplamente nula" e fruto de "desvio de finalidade político-eleitoral" a investigação conduzida por Mendonça.
“A tentativa de Golpe não se encerrou em 8/1/2023, simplesmente mudou seu modus operandi. Mas assim como na primeira vez, o Supremo Tribunal Federal saberá resistir e sairá fortalecido, mantendo a Defesa plena da Constituição, do Estado de Direito e da democracia”, acrescentou o ministro
Nesta terça (15), a Corte analisará o relatório da Polícia Federal, tornado público por Mendonça, que revelou uma troca de mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Na manifestação, Moraes sustenta a inexistência de qualquer indício de infração penal ou ato de ofício de sua parte e defende a homologação da extinção do processo pedida pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
"O mais importante de tudo é a verdade. O relatório não encontrou nenhuma prática de infração penal por parte do Ministro Alexandre de Moraes", afirmou.
Segundo a manifestação, a apuração foi instaurada de forma inconstitucional por ter sido determinada de ofício por um magistrado, sem pedido da PF ou da PGR e sem autorização prévia do Plenário do STF.
O ministro também negou qualquer irregularidade na atuação do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados. Segundo ele, o escritório firmou apenas um contrato regular de prestação de serviços de consultoria e advocacia para o Banco Master entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, devidamente faturado e declarado, sem qualquer atuação perante o STF.
O ministro reitera que nunca atuou em julgamentos envolvendo a instituição financeira ou Vorcaro e nega ter tido ciência prévia ou vazado informações sobre a Operação Compliance Zero.
Masi informações em breve.




