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Opinião polêmica

Como o Planalto reagiu à ideia de nova Constituição defendida por líder do governo

  • Brasília
  • 27/10/2020 19:22
Nova Constituição proposta por Ricardo Barros, líder do Planalto na Câmara, causou constrangimento no governo Bolsonaro.
Nova Constituição proposta por Ricardo Barros, líder do Planalto na Câmara, causou constrangimento no governo Bolsonaro.| Foto: Alan Santos/PR

Um dia após a polêmica sobre uma nova Constituição para o Brasil, o Palácio do Planalto procurou se desassociar da ideia defendida por seu líder na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), e colocou na conta do deputado o desgaste com tal proposta. Na segunda-feira (26), Barros disse em um evento organizado pela Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDConst) que o país deveria convocar uma Assembleia Nacional Constituinte para escrever uma nova Constituição. Interlocutores do governo afirmam que o Planalto foi surpreendido com a declaração e que o deputado "viajou na maionese".

O governo Jair Bolsonaro quer distância do assunto para evitar envolvimento em mais uma polêmica desnecessária. Enquanto Barros considerou que a “repercussão da proposta foi boa”, o Planalto foi na contramão. “Repercussão zero”, disse um interlocutor da articulação política, área encabeçada pela Secretaria de Governo da Presidência da República.

A sugestão de Barros caiu como uma ingrata surpresa no Planalto. Afinal, após a enxurrada de críticas, o Executivo sabe o quão sensível é ter um líder do governo defendendo uma mudança tão radical na Carta Magna. Sabe também ser difícil convencer os meios político, jurídico e empresarial a separar o que pensa a Presidência da República da opinião de seu representante na Câmara. Principalmente a oposição no Congresso, além de parlamentares e parte da sociedade civil menos afeita à figura do presidente Jair Bolsonaro.

Os auxiliares envoltos com a articulação política no Planalto reconhecem, portanto, um certo constrangimento, a ponto de deixarem claro que a fala de Barros nada tem a ver com a Presidência. “Ninguém entendeu nada, ele [Ricardo Barros] não conversou com ninguém”, afirma um técnico. “Tirou da cabeça dele, isso não tem nada a ver com o governo, com o ministro Ramos, com a Secretaria de Governo, com presidente, com nada”, diz outro. A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) informou que o Planalto não vai se manifestar sobre a proposta de uma nova Constituição.

Barros considera que repercussão sobre nova Constituição "foi boa"

A linha adotada no Planalto entre assessores é que Barros “viajou na maionese”. E, para eles, piora quando o próprio líder do governo mantém firme o posicionamento de sua fala. À coluna do jornalista Chico Alves, do UOL, Barros nesta terça-feira (27) disse que a “repercussão foi boa” e garante ter recebido “vários apoios de quem não seria atingido com o fim dos privilégios”.

Ele, no entanto, defendeu a si e ao Planalto. “Falei ‘eu pessoalmente defendo um plebiscito’, não falei em nome do governo e deixei para a decisão popular. Qual o motivo dessa reação?”, ponderou ao colunista.

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Comentários [ 13 ]

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    Rogério

    ± 1 dias

    Por muitos anos eu trabalhei em empresa estatal de energia elétrica, em atividades de campo na implantação de usinas hidrelétricas. Lembro de colegas representantes sindicais cuja tarefa era cobrar direitos. Em certa ocasião eu perguntei se os deveres também não deveriam ser cobrados, haja vista que os salários eram superiores aos de mercado, nunca atrasavam, tínhamos moradia, saúde e escola de graça aos nossos filhos...por esta razão não gostavam de mim!

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  • S

    Salo

    ± 1 dias

    mas ele é e continua líder. Dai, é "ver se pega"

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  • F

    Freitas

    ± 1 dias

    RÊGO BARROS (ex-porta-voz de Jair Bolsonaro). “A soberba lhe cai como veste”, escreve o militar. Segundo ele, é “doloroso perceber que os projetos apresentados nas campanhas eleitorais são meras peças publicitárias”. “Valem tanto quanto uma nota de sete reais.”

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    Freitas

    ± 1 dias

    RÊGO BARROS (ex-porta-voz de Jair Bolsonaro). "Tão logo o mandato se inicia, aqueles planos são paulatinamente esquecidos diante das dificuldades políticas por implementá-los ou mesmo por outros mesquinhos interesses. Os assessores leais — escravos modernos — que sussurram os conselhos de humildade e bom senso aos eleitos chegam a ficar roucos. Alguns deixam de ser respeitados. Outros, abandonados ao longo do caminho, feridos pelas intrigas palacianas. O restante, por sobrevivência, assume uma confortável mudez. São esses, seguidores subservientes que não praticam, por interesses pessoais, a discordância leal."

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  • S

    Sergio

    ± 1 dias

    Se partisse de uma pessoa com boa reputação até poderia discutir a ideia. Mas, esse ai, só vai tentar embutir dispositivos que possam proteger os políticos de falcatruas. Ex: Prisão somente em última instância desde que a soma das condenações seja mais de 40 anos e para os crimes contra a vida. Ex; Se contra políticos, conversão de prisão em assistência com distribuição de cestas básicas a população carente em período eleitoral.

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  • M

    Marcos Ctba

    ± 1 dias

    se for para acabar com a regalias do judiciario legislativo e do executivo, se for para acabar com as mordomias de servidores e pensionistas eternos , se for para colocar bandidos na cadeia, se for para que a lei seja cumprida já na segunda instancia para condenados, se for para proibir reeleição em todas as esferas, se for para acabar com vitalicidade em cargos publicos principalmente stf, tcu, etc, ... acho que dá para começar a pensar nessa idéia

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  • J

    jose rodorval ramalho

    ± 1 dias

    Excelente ideia. Precisamos amadurecê-la. Essa Constituição estatista e cheia de direitos não ajuda a solucionarmos problemas da nação, muitas vezes é exatamente o contrário.

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  • B

    Berto Rezende

    ± 1 dias

    Tem um sticker do Fagundes e Stenio Garcia com a fala; corre Bino que é uma cilada. Portanto eleitores brasileiros, corram desse deputado.

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  • D

    Dario de Araújo Dafico

    ± 1 dias

    Não é o momento! Muito arriscado! Pode piorar, e muito!

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  • J

    J. Neto

    ± 1 dias

    Ricardinho Barros quer imobilizar o judiciário. Paranaenses, olho vivo para esse “representante “.

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  • F

    Freitas

    ± 1 dias

    https://www.oantagonista.com/brasil/rego-barros-a-soberba-lhe-cai-como-veste-infelizmente-o-poder-inebria-corrompe-e-destroi/

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  • C

    Celso Vasconcellos

    ± 1 dias

    Simples. .. façam um plebiscito com o povo todo votando ... e não as corporações dando pitacos defendendo seus interesses. Para estes a constituição é muito generosa.

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  • I

    IvoHM

    ± 2 dias

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